Wizards anuncia tradução de D&D 5ª edição para português | Notícias


A Wizards of the Coast (WotC) anunciou uma parceria com uma empresa chamada Gale Force Nine (GF9) para lançar produtos de Dungeons and Dragons em diversos idiomas.

Segundo o artigo publicado em seu site, a empresa começará lançando os três livros básicos e o escudo do mestre para francês, alemão, italiano, japonês, espanhol, polonês e PORTUGUÊS!

A Wizards explicou que graças a sua nova abordagem para os produtos da linha D&D, decidiu que era preciso fechar parceria com uma única empresa para garantir que todas as traduções possuam a mesma qualidade dos livros originais em inglês. Ou seja, todas as traduções ficarão a cargo da GF9 e os direitos sobre elas não serão negociados com empresas locais, como era no passado. Isso exclui, por exemplo, a Devir, a Galápagos e outros empresas que porventura pudessem se interessar no assunto.

A Gale Force Nine, LLC. é uma empresa americana sediada em Earlysville, Virginia. Foi fundada em 1998 e sua especialidade sempre foi a produção de acessórios e produtos para jogos de tabuleiros, como miniaturas, marcadores, fichas, moldes e etc. Em 2012 a empresa passou a licenciar produtos e lançar seus próprios jogos de tabuleiro. Atualmente, seu site já possui a confirmação do licenciamento da linha de D&D 5ª Edição e, inclusive mais alguns detalhes sobre as empresas de distribuição regionais, apontando a empresa Fire On Board Jogos como a representante para o Brasil.

A Fire On Board Jogos, por sua vez,  é descrita em seu site oficial como "uma das maiores editoras especializadas em jogos de tabuleiro modernos do Brasil", sediada em Vila Velha, ES.


Comentários

  1. Interessante esse novo modelo, parece mais estável.

    Nunca tivemos problemas de qualidade de tradução e de livros com a Devir, mas fico imaginando se essa iniciativa da própria Wizards não se deu pela morosidade de algumas empresas nacionais em comprar os direitos.

    Ao eleger essa empresa desconhecida, com representante desconhecido,talvez tenhamos algumas mudanças no cenário editorial de RPG, aqui no Brasil.

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    1. É. O problema é esse: são desconhecidos! Então, não sabemos o que esperar. Pelo menos a tradução pro português deve agitar um pouco as coisas... e ninguém nasce grande...

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    2. Não foi morosidade. A Wizards tinha decidido não autorizar lançamento em outras línguas. Está mudando isso agora

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    3. Nunca teve problemas? Cara, tem uma MUITO erro de tradução, de metragem (conversão de pés pra metros, por exemplo) ao efeito de magias e itens mágicos. Infelizmente, como faz tempo que corrigimos, na mesa, esses erros, e eu não tenho uma memória tão forte, não tenho exemplos práticos pra dar. Mas se fizer uma pesquisa certamente vais achar.

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    4. Traduções sempre têm problemas, ainda mais as primeiras edições.

      Não lembro de problemas de descrição de magias nem nada, e msm na Internet, olhando de leve, as coisas não me parecem graves: problemas pontuais, chatices, preciosismos, enfim, nada q afetasse a diversão.

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  2. Tão de sacanagem!!! Agora que eu comprei os livros em inglês?!?!!

    Essa Fire on Board é conhecida no meio dos boardgames. Não é uma das maiores daqui e não tenho nada deles, mas é uma empresa benquista, pelo que já li a respeito...

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    1. Ah! Isso é bom saber!

      Agora, atenção para uma coisa: a GF9 está licenciada para publicar em português, mas não há a menor previsão para quando isso irá acontecer! Então, eu não lamentaria pelos livros em inglês. Afinal, pode demorar muito até vermos PT-BR na capa de D&D5.

      A propósito, você comprou os 3 livros básicos?

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    2. Comprei os três naquela promoção da Amazon que mencionei semana passada. No dia do consumidor, na compra de 4 livros, o mais barato saía de graça. Foi o que fiz, comprando o primeiro volume do absolute Sandman junto... E aproveitei para, em outra compra, adquirir​ uns outros livros também: o nono (ou oitavo, já perdi as contas, rs) volume das crônicas saxônicas do Cornwell, o sexto do The Witcher é mais uns dois que não lembro agora...

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  3. TRETA!!!!!

    Tá rolando um post no facebook (marquei vcs, menos o Robinho q não tem) q faz acusações seríssimas sobre o processo pra essa FoB conseguir a licença.

    No post, afirmam q era pra ser um consórcio, mas que foram passados pra trás.

    Enfim, enfraquece essa versão dos fatos eles não bancarem uma disputa judicial.

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