O Início de Tudo - 1º Ato, 1ª Parte (Greyhawk)

A aventura começa nas imediações de Vau Brindin, uma vila grande de aproximadamente 4.500 habitantes, localizada às margens do rio brinding.

Sooty, o pequeno gnomo, consegue entrar pelo portão do esporão sul pouco antes que ele se fechasse. Liga, o sol, já se punha no oeste distante, mas os homens de Vau Brindin são homens de boa vontade, e o gnomo parecia inocente, logo, deixaram-no entrar. Não era o primeiro assentamento humano que ele conhecia, mas mesmo assim a grande torre do sino o deixou maravilhado e cheio de curiosidade. Sooty, porém, estava cansado e precisava urgentemente de um belo jantar e de uma cama quente e aconchegante para passar a noite. Amanhã a viagem seguiria rumo a um lugar chamado Cador. Lá, dizia Talessir, seu mentor, viveram grandes heróis de nosso tempo, inclusive um dos maiores magos dessas terras do lado de cá do Velverdyva. Na pior das hipóteses, conhecer um dos heróis já lhe dará satisfação suficiente. Na melhor, depois de umas canecas de cerveja e muitas risadas, talvez um segredo mágico obscuro, uma lenda esquecida, uma localidade ainda inexplorada, enfim, uma aventura de verdade – dessas que faz a vida valer a pena.

Camaban olhou para as muralhas com certo desprezo. Nunca gostou de entrar em cidades humanas, muito menos aquelas aberrações cercadas de muros de pedra, símbolos da degradação da natureza pelas mãos dos homens. Infelizmente, entrar naquela vila imunda era necessário para o druida. E assim o faria se não fosse pela intervenção da guarda da cidade. Eram guardas educados, mas com seus elmos e escudos polidos e com suas espadas na cintura, pareciam intimidadores mesmo assim. O druida sabe que desde as grandes Guerras de Greyhawk existe uma certa paranóia no ar, pois os espiões do Ancião são furtivos e seus ataques totalmente inesperados. Se as pessoas atacam aves inocentes, como corvos, e animais inocentes, como sapos, só porque são feios (e por isso espiões de Iuz em potencial), porque não iriam desconfiar de um sujeito encardido e aleijado?

Camaban não saberia reagir às solicitações dos guardas. Armas e bolsas de componentes mágicos deveriam ser lacrados no interior da cidade, e conjuradores deveriam andar com uma fita amarrada nos dedos do meio e anelar. Uma fita branca para sacerdotes e uma fita vermelha para arcanos. Só os padres de divindades altamente respeitadas na vila poderiam se livrar das exigências impostas pelo jovem Barão Alain. Pessoas como Camaban não gozam de tal prestígio.

A sorte do druida, contudo, havia mudado muito tempo antes. Foi por causa das teias inexoráveis de Istus que ele conheceu Johann tempos atrás e foi ele que, com sabedoria e inteligência inigualáveis, dobrou os guardas e impediu o primeiro acidente diplomático de Camaban naquela noite.

Fazia tempo que o habilidoso Johann havia deixado a fortaleza depois que Clenos partiu sabe-se lá pra onde. Seu destino, por hora, era mesmo a vila de Vau Brindin, onde estava incumbido de entregar uma importante correspondência para um velho senhor chamado Hellias.

Eles entraram na cidade e começaram a caminhar por suas ruas de terra batida. O céu estava rosado e o sol tinha acabado de se esconder por completo atrás dos bosques que ficam à oeste. Finalmente a dupla encontrou os pontos de referência necessários e chegaram até a loja de artigos exóticos de Hellias, onde Johann iria entregar a carta de Clenos e ler, ele próprio, suas últimas palavras de despedida.

Camaban não quis entrar para acompanhar Johann. Não sentiu que deveria desconfiar de qualquer problema com Hellias e, por isso, achou que seria intrusivo e desnecessário fazer companhia para o colega também dentro da apertada e entulhada loja. Além do que, essas lojas costumam conter muitas aberrações, animais empalhados ou conversados em líquidos sujos e viscosos. Tudo muito asqueroso para o druida.

Ele, então, ficou ali fora, e preferiu sair do beco que levava até a casa de Hellias para procurar uma rua que fosse pelo menos mais ampla, de onde poderia observar melhor o céu. Camaban estava pensativo, lembrando-se das palavras de Arthenis, o gato preto de Beatrice, naquela noite na biblioteca de Rel Mord.

O pobre bichano estava ficando burro de novo. Ele era um familiar com muito conhecimento adquirido, pois já havia tido e havia perdido dois mestres. Sem íntimo contato mágico com nenhum outro mago, seu intelecto estava sendo reduzido novamente ao patamar comum às criaturas de sua espécie.

Quando chegaram em Rel Mord, só muito depois de finalmente terem resolvido (ainda que em parte) o imbróglio com os ovos de grifo, correram para a biblioteca e o gato Arthenis conseguiu, por meio de um livro misterioso, salvar informações preciosas de serem perdidas para sempre nos confins obscuros daquele prédio antigo.

O livro era o diário de pesquisas do primeiro mestre de Arthenis, o mago Archbert. Este mago estava ficando conhecido em toda Rel Mord pelos vastos e detalhados relatos que fazia de suas viagens por toda Flanaess. Antes de sumir, Archbert já havia transcrito suas aventuras para cerca de sete volumes, um dos quais estava ali em posse de Arthurius, Camaban, Ryei e Gilles. Os outros seis eram de paradeiro desconhecido.

Os relatos ali contidos não eram de particular importância para Camaban e aquele grupo, mas Arthenis, sem conseguir se expressar direito, parecia insistir que a leitura não cessasse. Ele queria que aquele grupo tomasse conhecimento de alguma coisa importante, mas ninguém conseguia entender o que, até que Camaban começou a ler:

“Na casa incandescente
Em um país despedaçado
Você há de vê-Lo emergir
E a sombra de Sua asa
Cruzando sobre seu céu ensolarado
Obscurecendo a lua
Tão logo floresça o céu rubro
De fogo, sangue e confusão.
E não diga que você esperava
o vôo e a sombra
e a primeira incandescência
de suas vilas:
Não diga que você esperava
Este fogo, esta mudança,
O sopro da nova era
Quando chegar sobre você e passar através de você,
Carregará consigo suas últimas esperanças.
Não diga a seus filhos
Que você entendeu
A explosão do ar e da luz,
O último incêndio implausível
Depois que as asas tiverem passado sobre você,
As asas negras explodindo
Como fogo num cardo seco
Eles não se lembrarão Dele
Para que quando retornar
Seu preço seja corrigido
De prata e ouro para platina e diamante
E sobre sua nação
Os espinheiros e urzais se espalharão
No tempo do colapso
Conforme o passado e o futuro
Se tornam como uma só chama”

E, logo em seguida:

"No coração do ovo, pairando no ofuscante fluído amniótico, ele se espreguiça, quase pronto para respirar pela primeira vez.
Foi uma mão humana que ele viu, radiante com uma estranha e aquecida luz. Ele sabia que esta mão não era parte do sonho que o mantinha hibernando naquela concha flutuante, de árido espaço mágico por mais de quinze mil anos.
No. Aquilo era algo inteiramente novo e quente na casca de seu ovo. Ele viu a luz pulsar e tremeluzir, sentiu o rugido do meu coração nas profundezas da minha mão. Era de uma mágica atordoante, um poder absurdo por cujo contato não pude resistir. Para Ele, o toque era o que seu sonho lhe dissera que marcaria seu despertar, o partir da casca, sua liberdade para o mundo.
E além daquela casca, Ele viveria em outro mundo, com atmosfera árida, gravidade e leveza de ar. Haveria um alto e abrasivo sol, que Ele haveria de manter sob suas costas durante a Batalha...
E aquele toque deve ser a marca que o destino reservava, para que ele, negro e envolto em sombras e chamas, desperte para o mundo."

Ao ler tal trecho, Camaban sentiu seu corpo tremer com um calafrio profundo. Sua pele se arrepiou e ele sentia a barriga convulsionar por dentro. O calafrio lhe subia pela nunca até se dissipar pelo couro cabeludo, como se seu cérebro estivesse vibrando levemente em sua caixa craniana. Então, a lembrança do mau presságio que tantas e tantas vezes o acometeu ao longo dos últimos anos. Era o sentimento de sofrimento da mãe Oerth. Beory parecia gemer de dor e Camaban podia sentir isso, ele sempre soube, sempre percebeu, mas nunca havia associado a nada em particular.
Para o druida, aquele era um sentimento que se poderia considerar até normal em face de todas as maldades dos homens de Flanaess. Porém, agora ele tinha certeza que seu mau presságio não era apenas uma sensibilidade vulgar para as necessidades de Beory, era na verdade um próprio chamado de proteção contra algo muito maior. Algo que, daquele momento em diante, precisa descobrir o que era.

O grupo deixou Rel Mord naquela mesma noite, retornando para Greyhawk, pois aquela cidade é o centro do mundo, para onde tudo inexoravelmente sempre converge. Se havia um ponto onde começar a buscar respostas, este ponto era a Gema de Flanaess.
Arthurius ficou com a guarda do Arthenis e com a companhia de Gilles, mas Camaban, que nunca gostou de cidade alguma, muito menos da maior de todo o mundo, deixou seus três companheiros para perseguir respostas para o pranto de Beory. Seus passos o levaram até Lacoon, Filho da Terra e do Céu, Arquidruida da Ordem da Esmeralda Esférica.

Cego de nascença, Lacoon tem a pele pálida e olhos brancos como mármore que são arrepiantes de se ver. Apesar disso, seu olhar penetra nas almas de todos que vêm até ele conhecer seus julgamentos. Naquele dia, com sua voz de trovão o Arquidruida, sempre com uma imensa quantidade de animais a sua volta (os quais lhes servem como olhos), disse a Camaban que todos aqueles que detêm amor e devoção por Beory podiam sentir seu sofrimento.

"Há muitas coisas em Oerth que a entristecem. Toda a vida existe para um propósito, e aborrece a Beory que elas sejam ceifadas antes que cumpram sua missão, retirando o equilíbrio que torna a natureza tão perfeita.

Ninguém em Oerth saberá lhe dizer o que mais aborrece a mãe Oerth e que medo profundo é esse de que me falou.

Sinto que você deve se concentrar nas pequenas missões que estão ao seu alcance hoje e que não deve se fechar para a vida, internalizando o sofrimento de nossa Mãe. Tudo o que ela mais precisa é que seus filhos fiéis propaguem a fé nos seus preceitos, defendendo a sua criação em todo instante. Para tanto, você deve estar livre de preocupações, concentrado em viver sua vocação conforme os desígnios do seu espírito, que é a única entidade verdadeiramente livre. Somente com leveza de coração você irá conseguir de fato ouvir Beory se saber como se comportar como um servo dedicado."

Mais tarde naquela noite, Camaban passou por um ritual sazonal típico de sua Ordem, tomou chá de jasmim, relaxou e dormiu. Partiu, então, no dia seguinte meio sem rumo, pensando em voltar para Greyhawk e tentar reencontrar os companheiros de outrora. Mas no caminho socorreu um jovem contra o ataque de um bando de orcs.
Johann, um adepto dos ensinamentos de Beory, fortificou sua fé na Deusa pelos ensinamentos de Camaban. Aquela empatia gerou grande alívio para o druida, que decidiu acompanhar o jovem até a vila de Vau Brindin, ao norte da Floresta Gnarley, onde deveria completar uma missão. Estranhamente, seu coração parecia mais leve e tranquilo naquela viagem, e mesmo na chegada aos muros da cidade, não o perturbava tanto quanto antes.

Agora, na frente da casa de Hellias, olhando para o escuro céu de Vau Brindin, Camaban sentia que estava fazendo algum progresso. De alguma forma ainda incompreensível, a companhia de Johann trazia sentido e bons sentimentos. Conforme a brisa soprava, Camaban pensou que talvez devesse seguir à risca as palavras de Lacoon, livrar-se de preocupações mediatas e seguir para onde houvesse tranquilidade em seu coração.

Dyuss tem apenas lapsos de memória. Memória de uma vida bem menos honrada do que gostaria. Mas, sabe-se lá porquê, os deuses resolveram lha dar uma nova chance. Galohalt costumava dizer que, às vezes, o mais fervoroso dos fiéis advém das fileiras do inimigo. Segundo ele, o poder da conversão e a remissão dos pecados pela expiação transformam assassinos arrependidos em curandeiros dedicados, algozes em paladinos, homens vis e cruéis em pessoas honestas e compassivas.

Eles estavam retornando de Delcomben, acampados nas ruínas de Torkeep. As Terras dos Escudos não eram mais as mesmas, é claro. Iuz arrasou com tudo ali e cada simples metro quadrado naquela região representava potencial perigo para os cruzados de Arthur Jarkartai. A guerra eterna está apenas começando, discutiam eles, abrigados no interior do que outrora fora uma capela de St.Cuthbert da Maça. Foi quando conheceram Dyuss, o demônio exaltado, como costumavam se referir a ele em provocações amistosas feitas tempos mais tarde durante sua estadia em Critwall.
Dyuss já havia provado sua devoção e seu valor na linha de batalha.

Mas os homens ainda lançavam olhares de reprovação e pareciam desejar que ele morresse junto dos servos do Ancião. Não o consideravam como um dos seus. Obviamente, a aparência de Dyuss contribuía muito para isso. Suas semelhanças com servos de Iuz terminavam aí, mas os homens não têm sabedoria ou calma para decifrar o olhar e a alma de uma pessoa e julgam pelas aparências.

Quando as batalhas foram diminuindo, e a animosidade aumentando na caserna, Dyuss logo percebeu que aquele não era mais o seu lugar e que sua missão (divina) deveria ser cumprida de forma diferente. Jarbos e Galohalt aprovaram sua decisão de partir, recomendando sempre praticar o bem e a justiça, mesmo para com os escarnecedores. Para Galohalt, a primeira lição de um devoto de Heironeous é a humildade e benevolência especialmente perante os mais fracos. Já para Jarbo, a condição de Dyuss e o sofrimento a que está sujeito é a retribuição que deve pagar pelos pecados do passado. É preciso receber isso como uma dádiva, praticando a justiça sempre que possível.

- - -

Como sói acontecer, estas pessoas especiais se encontraram em uma taverna na vila de Vau Brindin denominada Olhar de Pedra, onde uma longa história de amizade, perigos e aventuras estava para começar.

To be continued...

Comentários

  1. Enfim, sabemos o nome desta campanha...

    Bom que tenha colocado a introdução no blog, inclusive os trechos do livro, que certamente terão sua relevância em algum momento...

    Por sinal, considerando a menção a um ovo e a reação do Camaban ao ler tal trecho(pretendia conversar sobre isso durante a sessão, mas ambas acabaram sendo um pouco corridas, com o pessoal tendo que sair cedo, então preferi fazer tal pergunta depois), como exatamente terminou a questão dos ovos de grifo? O ovo dourado que estava em minha posse (que não necessariamente era de grifo, vale ressaltar) foi devolvido a eles, juntamente com eventuais outros ovos que tenhamos encontrado? Ou foi pego por aquele feiticeiro que havia raptado o Gerdrant? E o que houve com o paladino, falando nele? Não precisa ser algo detalhado, só queria ter uma noção do que aconteceu antes da ida dos personagens à Biblioteca Real...

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  2. Fala povo.
    Queria fazer dois apontamentos aqui.
    1:
    O Mario veio me perguntar se eu não ficaria triste de dar uma disfarçada na aparência do Dyuss. Eu não me importo, porque vai começar a atrapalhar pra caramba. Mas gostaria apenas de explicar pro povo que eu fiz esse pj para ser complicado mesmo. Sabe aqueles personagens de vampire cheios de defeitos? Então, acho divertido e o meu medo de paladinos sempre foi fazer o "Hoooooo He-Man!" estereotipado. Mas não se preocupe Mario, eu não me importo. De uma maneira ou de outra, tô adorando o novo Dyuss.
    2:
    Pensando nas Dragon Magazines que falei com o Mario, lembrei do serviço da Dropbox. Eu tenho um certo acervo de d&d, e vcs tb, eu acho. Mas nesse esquema de 'me manda isso ou aquilo' acho que a gente podia pegar uma pasta online dessas e centralizar alguns recursos mais raros, como as DM. O que vcs acham? Eu já compartilhei a minha pasta da Dropbox com o Mario, mas tava pensando em torná-la pública ou criar uma conta apenas para colocar os livros mais importantes.

    É isso aí, abraços!!!

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  3. Não conheço o dropbox, mas sua idéia me parece boa, é uma forma de compartilharmos os arquivos que possuímos. É só explicar como funciona esse esquema, se é necessário abrir conta pra ver os arquivos e tal... Se for do google ainda melhor, pois aí já temos a conta...

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  4. cara, é idiota, amanha eu arrumo como. se for o caso, faço como fiz com o Mario, compartilho a minha pasta com vcs. Mais simples ainda.

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  5. Compartilhou o quê? ahahahha, não sei o que é isso! rs, mas gostei da idéia! Especialmente pelas Dragon Magazine... aliás, vc podia baixar as Dungeon tb (mais úteis pra mim! hehehehehe).

    Demais questões respondo em breve (cheguei de viagem agora, to cansado!)

    Inté

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  6. Eh o seguinte:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Dropbox

    Resumindo, é uma pasta na nuvem e, resumindo ainda mais para os leigos que acham que nuvem é o que faz chover, é um espaço em algum lugar do mundo onde vc pode guardar coisas dentro sem ter que configurar nadica, ou seja, cagando pro resto.

    Eu jogo meus arquivos ali dentro, ele sincroniza minha conta em todos pcs que tem minha dropbox e que se exploda o resto.

    Pra quem nao tem, eu aconselho.

    Na verdade, acabei de testar, para vcs verem meus arquivos compartilhados e poderem baixar/enviar para a pasta, devem ter uma conta da dropbox.
    Eu repito, eu aconselho!

    Depois de criarem, me mandem o email que vcs usaram la pra eu compartilhar.

    Abraçao!

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  7. Enquanto isso eu pus alguns itens no public folder, ai nao precisa de conta mas vcs nao podem enviar arquivos pra la.

    http://dl.dropbox.com/u/20675465/Dragon%20Magazine%20%23302.pdf

    http://dl.dropbox.com/u/20675465/Dragon%20Magazine%20%23306.pdf

    http://dl.dropbox.com/u/20675465/Dragon%20Magazine%20%23310.pdf

    http://dl.dropbox.com/u/20675465/Dragon%20Magazine%20%23312.pdf

    http://dl.dropbox.com/u/20675465/Dungeon%20Magazine%20104.pdf

    http://dl.dropbox.com/u/20675465/Fiendish%20Codex%20II%20-%20v2%20-%20%23OCR%23BM%23LINKS%23WE.pdf

    Algumas dragom magazines, uma dungeon magazine e o Fiendish Codex II, de onde vem a raça do Dyuss pra quem quiser ler.

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  8. Os links de antes estao ruins porque os arquivos estavam com espaço no nome. DAnnnnn Burro
    Agora sim:
    http://dl.dropbox.com/u/20675465/DragonMagazine302.pdf
    http://dl.dropbox.com/u/20675465/DragonMagazine306.pdf
    http://dl.dropbox.com/u/20675465/DragonMagazine310.pdf
    http://dl.dropbox.com/u/20675465/DragonMagazine312.pdf
    http://dl.dropbox.com/u/20675465/DungeonMagazine104.pdf
    http://dl.dropbox.com/u/20675465/FiendishCodexII-OCRBMLINKSWE.pdf
    Again, o ultimo é o fiendish codex II.

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  9. Blz, darei uma olhada durante o fds...

    E aí, Mario, foi tranquilo chegar em Pádua? Acho que é longe pra kct, né, mas não tenho muita noção de onde fica...

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  10. Eh... levei 4 horas e meia pra conseguir chegar, já que a viagem normalmente leva 2:30 mas pra passar de Bom Jardim levei DUAS HORAS no engarrafamento naquela maldita ponte de ferro do Exército... ehehehhe... mas a volta vou tranquila pelo menos... com chuva e de noite, mas tranquila... cheguei rapidinho.

    A audiência foi boa tb, sem problemas. Obrigado por perguntar, inclusive, ehehehehehe.

    NESSE FDS PROLONGADO TEMOS Q JOGAR!!!!!!!!!

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  11. Só tenho um comentário "how you dare???!!!!" eu sou o barão não o Alain...ela ainda é uma criaça e eu vivo 500 anos ou mais...e todo mundo sabe q pra matar é dificil...bem dificil.

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  12. Zé... se confundiu... Uther é braão de Cador, não de Vau Brindin!!!

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  13. GAME NO CARNAVAL, GAME NO CARNAVAL!

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  14. Vamos sim, e mais de uma vez, se possível...

    E vê se joga também, Cacá. Faz um personagem aí... A gente está em Cador, prestes a partir pra Greyhawk, então está fácil te encaixar no grupo...

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  15. Povo, nao devo estar ai no carnaval e como vcs sabem, a Beta fica frenééética. Estamos de 9h às 23h todo dia na rua, entao nao rola nem online, provavelmente.
    Mantenham-me informado!

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  16. Poooooooooooovo.
    To subindo hoje (sexta). Bora jogar amanha (consequencetemente sabado :P )???
    Avisem logo!

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