A Lenda da Folha Caída - 15º Ato

A escada guiou os personagens através de longos e sinuosos corredores. Fulrik atestava que o grupo estava descendo para profundidades cada vez maiores, estando certamente muitos metros abaixo do nível da cidade de Bet Rogala.

Quando as escadas terminaram, o grupo estava diante de um verdadeiro labirinto repleto de armadilhas. A exploração tomou ares mais cautelosos, já que os personagens estavam combalidos pelos encontros no nível superior das catacumbas. Uma série de portas secretas também escondiam passagens ocultas aos olhos mais incautos e, de uma dessas passagens um grupo de seis goblins surgiu para atacar os personagens.

Logicamente, eram eles os intrusos, como ficou demonstrado mais tarde. O goblins viviam com sua civilização nas profundezas das colinas que circundam Bet Rogala. Eventualmente, contudo, seus túneis encontraram as catacumbas do Colégio de Magia daquela cidade, e o Goblins se apossaram daquele lugar como se seus donos eles fossem.

Uma feroz batalha começou. Astaror foi ferido muito gravemente por um goblin e como sua condição já era ruim, ele acabou caindo. Eventualmente, porém, os demais personagens conseguiram derrotar os goblinóides e, então, continuaram a exploração até encontrar uma sala onde poderiam deixar o corpo do bárbaro descansando e se recuperando.

Assim foi feito, e Beren, Fulrik e Rhalevahn seguiram pelas catacumbas até encontrar um novo lance de escadas que descia ainda mais para as profundezas da terra. O acesso a tais escadarias estava bloqueado por uma porta que continnha uma peculiar fechadura, deve-se destacar.

Quando voltaram para ver como Astaror estava, encontram Allus e mais uma segunda pessoa na sala. Aparentemente, o grupo havia passado cerca de três dias no interior das catacumbas sem perceber. Aquela informação causara estranhesa no grupo, e logo Allus concluiu que provavelmente aquele local se consubstanciava em algum tipo de semi-plano ou, quem sabe, numa zona protegida por algum tipo de mágica especial - afinal, aquele local é a masmorra de um colégio arcano, logo, pode-se esperar todo tipo de bizarrice.

O homem que acompanhava Allus era um sacerdote amigo seu. Com a graça de seu deus, o sacerdote curou os ferimentos de Astaror e a exploração pode prosseguir naquele mesmo dia.

Retornando à porta estranha, o grupo percebeu que já detinha as chaves que seriam capazes de abrir aquela fechadura complexa, e seguiram pelas escadas, então.

Ao seu final, encontraram uma sala peculiarmente decorada com troféus, peças de tapeçaria, miniaturas e armas. Havia uma outra sala adjacente, maior e vazia, a qual estava separada da primeira por apenas uma cortina vermelha. Ao entrar na dita sala, os persoangens foram alvo de um feitiço poderoso que os obrigou a participar de uma infame partida de xadrez, onde cada personagem encarnou uma peça no tabuleiro.

Ninguém sabia contra quem estavam jogando e só Allus parecia conhecer os meandros daquele jogo elitista. Fato, porém, é que mesmo a inteligência de Allus não foi capaz de superar a estratégia adotada por quem quer que estivesse controlando as peças gigantes que se moviam sobre aquela sala/tabuleiro.

Ao final da batalha estratégica estressante, o grupo acabou derrotado e os personagens magicamente transferidos para uma sala repleta com um banquete generoso e muitos tesouros. Sem saída aparente, contudo.

E agora? Quais os próximos eventos nesta exploração pela masmorra bizarra do Colégio de Magia de Bet Rogala? Encontrarão, finalmente, o Livro do Rei Sol?

A resposta virá em breve!

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