A Lenda da Folha Caída - 11ºAto - O Ato Não Narrado

A visita à torre de Felana trouxe algumas revelações estarrecedoras para o grupo e o combate com os mortos-vivos foi apenas um prenúncio lúgubre do que seria descoberto.

A caminhada pelos bosques levou o grupo até uma torre antiga e aparentemente abandonada. Os personagens não hesitaram em “meter o pé na porta” e adentrar, sempre guiados pela luz brilhante empunhada por Galahad. Logo, todos perceberam que aquele local estava, à toda evidência, largado à própria sorte havia muitos e muitos anos, pois toda a mobília e o chão estavam muito empoeirados. Além disto, a própria decoração dos cômodos – que por sua disposição lembravam a residência de alguém abastado – revelava o passar das eras, tão antiquados alguns móveis poderiam ser considerados (para tais detalhes, Galahad estava muito atento).

Enquanto investigavam um escritório existente em um dos últimos andares da torre, o grupo ouviu um som verdadeiramente fantasmagórico. Certos de que Felena havia “chegado” em casa e de que um confronto direto seria inevitável, os personagens se prepararam para o pior.

Com espadas em punho e símbolo sagrado em riste, o grupo se preparou para a entrada de um poderosa bruxa pelo arco pleno daquela porta de mogno que separava o escritório do acesso pelas escadas. Contudo, o que atravessou a porta naquele dia 27 de Frosting era um arremedo de ser vivo.

Galahad prontamente bradou um cântico fervoroso contra a criatura que chegara à sala. Porém, os olhos vazios e a pele ressecada ocultavam a figura de um ser humano transtornado pela passagem das décadas sob regime pleno de isolamento, de modo que as palavras do sacerdote de Dirasip de nada foram úteis.

Felana, sem expressão alguma e com uma voz fria e repugnante, ordenou que o grupo cessasse suas vãs tentativas de fazer-lhe algum mal.

O grupo se calou, abismado com aquela criatura. A figura de uma bruxa sempre atraiu as piores imagens às mentes da maioria das pessoas em Tellene, porém, aquela personagem decrépita ultrapassava em muito o arquétipo assustador de uma mera feiticeira. Beren a interpelou:

“Você é Felana, a quem viemos procurar?”

A criatura tornou a caminhar, entrando no escritório, mas se mantendo próxima ao portal, respondendo em seguida que sim, de fato seu nome é Felana, ou era, porque havia muito ninguém lhe chamava pelo nome.

A interação inicialmente não hostil de Felana encorajou o grupo a tentar um diálogo, idéia contra a qual Galahad se opôs veementemente:

“É um morto-vivo, não podem ver? Não se deve confiar ou dar a menor chance a uma criatura amaldiçoada como esta! Que a luz eterna de Dirasip a expulse deste local!”

Fulrik, Ossos Duros, precipitou-se sobre o sacerdote, interrompendo-o:

“Não Galahad, fique calmo. Acho que ela não é um morto-vivo, mas alguém muito, muito antigo. Espere um pouco e se você tiver razão atacaremos juntos, mas antes deixe que Beren fale.”

O meio-elfo tomou a palavra então, cautelosamente dizendo:

“Felana, não viemos para te enfrentar. Na verdade, precisamos de sua valiosa ajuda. O Rei Sol, você escreveu sobre ele. Viemos de Bet Rogala para aprender mais sobre ele, lembra-se?”

Apesar das limitadíssimas expressões, Felana conseguiu esboçar surpresa com aquela inusitada proposição:

“Ora, ora. Após tantos e tantos anos não esperava mais por um momento como este. Minha memória já me trai, mas me recordo deste nome, O Rei Sol. Contudo, já não sei se sou capaz de dizer-lhe qualquer coisa além disso. Como chegaram até aqui, não sabem dos riscos, ou por acaso sua curiosidade sobre o Rei Sol supera o próprio senso de autoproteção?”

Todos ficaram um pouco perplexos com esta afirmação de Felana, eis que impossível decifrar de plano o que ela queria dizer com aquilo. De toda forma, pairou um certo ar de ameaça com aquelas palavras.

“Veönamë nos contou que você morava nestes bosques assombrados. Ele parecia saber algo sobre o Rei Sol, mas não quis dizer o quê exceto se conseguíssemos entrar nos bosques e sair vivos.” Emendou Allus.

O olhar de Felana se perdeu por instantes, como se estivesse tentando acessar recônditos obscuros de sua mente perturbada.

“Veönamë, Veönamë...” Ela sussurou. “... VEÖNAMË!!! Que mil tempestades recaiam sobre sua morada e que os deuses amaldiçoem sua existência! Maldito! Ele os enganou facilmente, e os aprisionou aqui comigo...”

Sobressalto geral no grupo e Beren, contendo-se, urgiu por explicações.

“Há muitos anos atrás fui aprisionada aqui, pelo próprio Veönamë. Todo este local é uma grande prisão extraplanar se vocês querem saber ou são capazes de entender. Vocês agora são minha companhia neste local insípido, reflexo da mente demoníaca daquele desgraçado.”

O grupo continuava sem entender nada, e uma breve balbúrdia começou quando Felana explicou o assunto mais detidamente.

Felana descobriu muitas coisas sobre o Rei Sol, das quais ela realmente parece não se recordar agora. Sua mente foi se degenerando pela estranha passagem do tempo naquele local. Todo aquele semiplano foi arquitetado pelo próprio Veönamë para aprisionar a arquimaga Felana, de Bet Rogala.

Séculos atrás, enquanto se debruçava com grande fervor sobre tomos antigos resgatados de ruínas abandonadas ao norte do Principado de Pekal, Felana se deparou pela primeira vez com as estórias contadas sobre a Máscara das Raças e sobre seu portador mais ilustre, o Shaty Vashel.

Infelizmente, a existência solitária de Felana naquele plano aterrorizador corroeu sua memória drasticamente para que a ela própria pudesse contar detalhes sobre a Máscara e Shaty Vashel. O tempo, contudo, não foi capaz de apagar a lembrança de seu algoz e Felana foi explicando que ela avançou muito em suas pesquisas sobre aquele tema tão intrigante, sendo capaz de revelar com seus auspícios mágicos inclusive a maior parte dos mistérios existentes por detrás daquele personagem histórico e de seu malfadado item mágico.

“Veönamë, contudo, atravessou meu caminho e, como a vocês, também me enganou com aquela fachada de velho elfo ancião. Lastimável que minha sagacidade não tenha sido capaz de observar por detrás daquele horrível disfarce e ver a verdadeira face daquele demônio execrável. Veönamë enganou-me e conduziu-me por veredas equivocadas, levando-me à ruína. Com sua ajuda consegui encontrar a própria Máscara, mas o velho elfo então mostrou seu rosto demoníaco e me lançou nesta prisão.
Meus primeiros anos neste local só serviram para que eu pudesse entender como ele conseguiu isso e com que objetivo. Veönamë locupleta-se com as suas ofertas à Corte Demoníaca. Para proteger os interesses do Rei Sol, Veönamë associou-se a mim, e quando consegui encontrar a Máscara ele me traiu e me cerrou neste lugar miserável. Veönamë possuía sua própria agenda, seu plano de reencontrar a Máscara, e eu fui apenas uma peça na sua trama. Uma peça bastante útil,é verdade.

Quando conseguiu o que queria, Veönamë quis se livrar de todas as referências existentes sob a face de Tellene que reportassem a existência da Máscara. Ele não pôde me vencer, pois conheceu todo o poder que se pode extrair arcanamente da natureza, mas conseguiu me trancafiar. Esta foi uma luta longa, muito longa, e pouco convencional. Eu levaria muito tempo contando todos os seus detalhes, muitos dos quais já nem sei se sou capaz de dizer com exatidão, então prefiro deixar isso de lado, apenas para dizer que tive tempo apenas de ...”

Neste momento, Felana hesita, e exige explicações aos personagens. Porque, afinal, deveria dar-lhes qualquer notícia sobre os fatos que antecederam sua visita se eles próprios não se explicaram.

A posição de Felana foi compreendida pela maioria. Mais uma vez sob os protestos de Galahad, o grupo transigiu a aceitou compartilhar as novidades recentes, sobre como encontraram a Máscara e tudo sobre Suvinus.

Os personagens esperavam, então, por mais informações da parte de Felana, mas ela hesitou novamente e desta vez propôs aos personagens um desafio. Seu ódio por Veönamë é muito profundo. Ela própria sabe que a morte lhe persegue e que seu tempo é mais do que passado, de modo que não reúne condições para confrontar seu algoz uma última vez. Porém, seus olhos opacos brilharam com a possibilidade de vingar-se do elfo ancião.

“Há um feitiço muito poderoso que pode ser tentado para quebrar a barreira etérea que separa a realidade deste plano daquela de Tellene. Jamais pude tentá-lo antes porque tal magia necessita pelo menos dois conjuradores arcanos reunidos, e os riscos para a vida destes é muito grande. Vejo, contudo, que há entre vocês pelo menos um feiticeiro. Disponho-me a ensinar a magia com uma única condição apenas: que, caso eu não seja capaz de sobreviver ao ritual, vocês encontrem e enviem a alma daquele maldito para os salões.”

Uma breve discussão começou dentro do grupo. Beren se prontificou a realizar o ritual com Felana, mas Allus o interpelou, afirmando que foi ele quem convocou o grupo para ir ao encontro da Felana, de modo que se sentia responsável por tudo aquilo e, desta forma, deveria ser ele a participar do ritual – já que isso representava correr um risco. A conversa ainda se prolongou um pouco mais e Galahad sempre mostrou desconfiança, exortando os personagens a confiarem mais na luz de Dirasip do que nas palavras aveludadas daquela criatura. Tais apelos foram em vão, contudo, pois o grupo decidiu confiar em Felana.

“Muito bem senhores. Aprecio seu voto de confiança, e como recompensa vos afirmo que, com absoluta certeza, existe uma cópia segura do tomo que escrevi sobre o Rei Sol. O Colégio Arcano de Bet Rolaga ainda era muito incipiente, mesmo naquela época pouco se sabia sobre as catacumbas que existiam naquele local, minha memória mais uma vez me trai, caso contrário poderia lhes contar mais detalhes sobre aqueles labirintos. Mas o fato é que a grande torre do colégio de magia foi construída sobre tais catacumbas. Poucos sabem deste fato.

Quando Veönamë mostrou sua verdadeira face, apressei-me em alcançar Bet Rogala e lá ordenei fosse feita o mais rapidamente possível uma parca compilação sobre o que julgava ser mais importante sobre o Rei Sol e a Mascará das Raças, como forma de preservar anos de pesquisa, pois já sabia que o velho elfo tentaria destruir a cópia original de meu tomo – como suponho tenha sido feito. Recuperem meus escritos e talvez encontrem uma solução para seu dilema.”

Após estas palavras, Felana se apressou em iniciar os preparativos para o ritual mágico necessário para quebrar o semiplano criado por Veönamë.

Pouco tempo mais tarde todos se reuniram em uma sala subterrânea para iniciar o ritual de feitiçaria. Allus e Felana ao centro da sala circular sob a base da torre e os demais personagens ao redor, em uma distância segura, observando tudo.

Quando o ritual teve início a realidade em torno dos personagens começou a apresentar-se disforme, como se as paredes e o próprio ar fossem feitos de um material viscoso e refletivo. O grupo ficou assustado. Mas Felana prosseguia urrando as palavras de comando arcanas. Logo, toda a realidade foi alterada, e os personagens perceberam que aquilo que respiravam sequer devia ser ar de verdade.

Subitamente Beren percebeu que algo estava errado. Ele havia notado na chegada à sala que alguma criatura parecia espreitar o grupo. Quando o ritual teve início a criatura estava lá, e ela claramente agiu para desestabilizar Allus (menos experiente que Felana) e prejudicar o ritual. Beren, com seus conhecimentos arcanos, percebeu o que se passava, e não teve muito tempo para pensar – atirando-se para dentro do círculo mágico a fim de ajudar na conjuração. Fulrik e Galahad então viram o que motivou Beren a tomar uma postura tão agressiva.

A criatura em questão vestia mantos vermelhos e pretos, com uma máscara totalmente branca. Embora aquela face artificial pudesse transmitir certa “paz”, os dois sentiram que a criatura guardava maledicência em seu coração e um feroz combate se iniciou.

Menos de um minuto se passou, quando o ritual estava pronto e do centro da sala surgiu um portal para o mundo real. Felana, Beren e Allus sustentavam-no aberto. Fulrik e depois Galahad passaram por ele. Beren, exaurido, foi o próximo. Allus quase foi alvejado pela criatura (já combalida pelo combate com o anão e o sacerdote) e quase sucumbiu, mas Felana interveio e, lembrando-o da promessa que fizeram, impediu que o portal se fechasse, garantindo saída para Allus.

Logo, todos estavam de volta aos bosques fantasmagóricos. Nas imediações de Fobamido. Os personagens chegaram caídos no chão úmido da floresta, aos pés do velho elfo.

“Veönamë!” Exclamou Beren.

Um feroz combate teve início. Durante este, os personagens perceberam que aquela criatura maligna que interferiu na abertura do portal era um avatar de Veönamë, parte integrante do semiplano – dentro do qual era onisciente.

Aquela batalha ainda mostrou que o ritual não havia poupado as energias de Allus e Beren, que se sentiam substancialmente mais enfraquecidos em relação ao que eram antes. Seus ataques não acertavam com tanta freqüência, seu vigor e resistência a ferimentos estavam menores e isso pesou muito naquele combate.

Veönamë não parecia tão assustador, mas logo mostrou suas garras profanas e conjurou energias das trevas para virem em seu auxílio.

Foi com um toque que derrubou Galahad que, inobstante seus esforços, não pôde escapar de Veönamë – caindo ao solo em seguida. Fulrik se enfureceu e partiu em carga para cima do velho elfo. A ferocidade encontrou a esperteza, já que Veönamë novamente lançou um feitiço para se defender. Fulrik foi mais resistente do que o sacerdote de Dirasip, mas ainda assim foi à lona (não sem antes golpear o desgraçado com seu poderoso maul).

Allus tentava enfeitiçar o velho elfo, enquanto Beren o alvejava.

O combate foi tenso, mas chegou ao fim quando Veönamë praguejou com a última seta de Beren se fincando em seu peito. O velho elfo percebeu que estava em desvantagem, mas já era tarde. Foi ao chão como uma pedra.

Beren e seu amigo mago se apressaram em prestar socorro. Pela graça de Dirasip Galahad e Fulrik estavam vivos e o grupo conseguiu voltar com vida para Fobamido.

Aquela noite na estalagem foi estranha. O grupo discutia severamente os últimos acontecimentos e Galahad bradava não ser admissível pactuar qualquer coisa com uma bruxa como Felana, mas que admitia estar errado quanto a ela desde o começo. Revelou, contudo, ter tido uma visão quando desmaiou no combate contra Veönamë. Seu coração lhe pedia que voltasse com urgência para Bet Urala – algo, sentia ele, estava errado por lá e sua presença era necessária.

“Estamos muito próximos de desvendar o mistério da Máscara. Será que isso não pode esperar um pouco mais?” Ponderou Allus.

Mas Galahad foi irredutível.

O grupo concordou em seguir com o sacerdote até o litoral do Principado, adiando o retorno à Bet Rogala. Naquela cidadezinha portuária de Motido (pop. < 1.300 hab) o grupo recebeu notícias sobre os avanços do Imperador Kabori e a devastação trazida por ele aos povos das Montanhas de Ka’Asa. Isto despertou em Fulrik o desejo de ajudar seu povo. Ele quase embarcou com Galahad de volta para Basir (para de lá ir para as montanhas), mas entendeu logo que a melhor forma de ajuda seu povo era acabar com aquilo que mais fortalecia Kabori nos últimos tempos – a Máscara das Raças. Para isso, era preciso ir para Bet Rogala.

Desta forma, Beren, Allus e Fulrik rumaram para Bet Rogala.

Comentários

  1. Irado!
    Espero que isso tenha sido fruto de uma campanha passada e que vcs nao tenham trocado de campanha de uma hora pra outra :D

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  2. Ficou muito bom, Mario!

    Quando vi que o Allus iria fazer o ritual, imaginei que o Bruno havia decidido ficar com o Astaror e que o mago morreria, mas me enganei...

    Diego, isso é fruto de uma campanha antiga, a de Kalamar, que consta aqui no blog também. O Mario está pensando em retornar a ela em algum momento, mas ainda não há uma data definida para quando isso vai acontecer... A campanha do Bruno irá continuar normalmente, pelo menos até onde eu sei...

    abs

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  3. Alou vocês.

    Como o Robinho já disse, essa é de fato a nossa antiga campanha, que perdurou até o final do ano passado.

    Quem quiser conhecer mais detalhes da (longa) história desta campanha basta acessar os marcadores "O Legado de Sangue" e "A Lenda da Folha Caída", no menu lateral direito. Todos os "atos" destes dois arcos de aventuras estão lá.

    Espero retomar esta campanha em breve, já que a de Greyhawk está sob os auspícios do Bruno. Antes de definir um data para tanto, temos que esperar um pouco para ver como se desenrolará a aventura conduzida pelo Bruno e de que forma nos organizaremos em termos de jogo para o período em que ele estiver viajando. Não sei se é uma boa idéia retomar Kalamar durante esta viagem dele, pois gostaria que estivesse presente.

    Contudo, hoje conversei com o Leo e ele mostrou-se um pouco insatisfeito com a indefinição. Ele me disse que prefere jogar algo que sabe que irá durar e etc. Eu, logicamente, expliquei a situação, os motivos pelos quais a campanha de Kalamar foi encerrada precocemente e as razões para a retomarmos agora.

    Ele pareceu compreender tais circunstâncias. Espero que não desanime.

    Sendo assim, ainda não estou CERTO sobre o que fazer. Durante as "férias" do Bruno, podemos agilizar outro game tb, como Call of Cthulhu ou outra coisa que alguém se preste a mestrar.

    Não tenho pressa em recomeçar a campanha de Kalamar. Na verdade, ainda temos muitos preparativos para essa retomada.

    O primeiro deles foi concretizado ontem, com a publicação do 11º ato. Mas ainda preciso pensar sobre as condições de retorno do Rhalevahn e possivelmente do Astaror, bem como preparar as próximas sessões.

    Ademais, o Leo precisa preparar um personagem novo e, juntamente comigo, elaborar um background interessante.

    Precisamos também de uma sessão praticamente só para passar as fichas a limpo, relembrarmos os detalhes dos atos anteriores, em fim, precisamos colocar as coisas em perspectiva - inclusive com mais algumas "aulas" sobre esse "novo" cenário.

    Isso tudo ainda demandará um tempo. Por enquanto, então, a campanha de Greyhawk segue como sendo a PRINCIPAL. Espero, somente, que o Bruno não fraqueje e deixe a peteca cair, já que "subitamente" seu ânimo RPGistico voltou e ele conseguiu emplacar duas sessões de verdade (inteiras e não pela metade).

    Anyway, que bom q gostaram do post.

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  4. E, repetindo o que já te falei por email, acredito ser plenamente possível manter ambas as campanhas em andamento... Quando um dos dois se cansar, quiser dar um tempo, ou a campanha atingir um ponto de transição, passa-se a outra. Não digo para fazer isso o tempo inteiro, é uma possibilidade que pode ficar em aberto, para ser feita esporadicamente. Mas, claro, falo dessa opção para o caso do Bruno também desejar continuar mestrando; se ele não tiver esse objetivo, nem precisamos discutir essa possibilidade...

    E sobre a campanha de Kalamar, como o Bogus manifestou o interesse de que o recomeço não fosse logo após a nossa parada, você pretende publicar outros posts detalhando esse período ou você pretende continuar de onde esse post parou? E o Bruno, já decidiu se seguirá com o Astaror ou o Allus?

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  5. Uhum... sim. Mas jogar em Kalamar não significará que a campanha de Greyhawk tem q morrer. Na verdade, ela pode ser retomada a qlq momento tb.

    Eu pretendo continuar de onde o post parou, mais ou menos. O Bogus estava com esta preocupação por causa do tempo de chegada do Rhalevahn, mas eu vou dar um jeito nisso aí em breve.

    Por falar nisso, alguém tem q postar os acontecimentos da ultima sessão. Quero ver se faço isso, mas estou me dedicando à leitura de material e à escrever mais algumas coisas para Kalamar... Bruno já está alerta para o fato de q dar update na campanha dele e sua função... ehehehe...

    Não sei com q Pj ele jogará não...

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  6. Eu até poderia ajudar nisso, assim como fazia pra você, só que eu não cheguei no início da última sessão, além de já ter passado muito tempo, não sei se iria ficar legal, não...

    E, além do mais, como novo mestre, acho que o Bruno deveria postar alguma coisa aqui, e esse resumo já seria um início, hehe...

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  7. Bem, mudei de idéia e comecei a fazer o resumo (mas o próximo vou deixar pro Bruno, rsrs)... No mais tardar no domingo devo postá-lo...

    abs

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  8. Bem... eu estava meio alheio a todo esse assunto. Não tive a oportunidade de conversar com o Mario sobre essas intenções de kalamar. O que posso dizer é que minha condição como mestre é provisória mas prolongável até quando o grupo desejar. Eu gosto de mestrar, mas confesso que me divirto mais jogando. Creio que se pudessemos intercalar duas campanhas, me permitindo jogar vez ou outra, não me incomodaria de mestrar indefinidamente.
    Enfim, quanto ao meu personagem de Kalamar não faço idéia. É uma coisa a ser conversada porteriormente.
    PS: Alguem pode me dar a dica de como eu mudo meu nome nos posts?!

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