A Despedida de Dyuss

-- Nao consigo mais Ryei - confessou o ex-monge ao companheiro - Nao desta maneira, esse caminho nao foi feito para mim. Vcs humanos nao entenderiam, mas eu jah vivi muito e, pode ter certeza, tentei durante anos seguir a vida monastica.

-- Eh, realmente, é um caminho duro, mas aguente pois as recompensas virao.

-- Que recompensas? Ter o amor da minha vida afastado de mim? Nao poder sentir sua pele mais uma vez? Nao, Ryei, nao! Vou me vingar, eu me fortalecerei e, tenha certeza, um dia retornarei à minha terra para reclamar o que foi meu. Posso nao ter o temperamento de um elfo, talvez culpa de meus mestres humanos, mas tenho a eternidade de um. Por mais que demore muito, muitos anos, e que os seus filhos e os filhos de seus filhos jah estejam de bengalas, eu a verei novamente.

-- E vc acha que esse é o caminho? Retruca o amigo.

-- Nao sei se o caminho das armas é o melhor, soh sei que meus punhos nao me ajudaram. Ambos sabemos que nossa vida nunca serah a mesma, uma vez percorrido o caminho do monastério, mas eu ainda tenho outras trilhas para seguir. Mas nao se inquiete, os caminhos que jah andei me trouxeram até aqui, e me permitirao avançar ainda mais longe, soh que eu tomarei um rumo diferente do seu.

-- Vc que sabe Dyuss, eu ainda confio no nosso destino, diz Ryei enquanto faz seus movimentos diarios.

-- Eh, eu que sei amigo. Vc nao entenderia, nao com essa curta existência humana, o que me aconteceu. Mas eu me tornarei paciente, me tornarei digno, e a reencontrarei.

Na hora que Dyuss terminava a frase, um oficial de justiça adentra o quarto para interroga-los sobre o envolvimento deles com os outros componentes do grupo, presos por invasao e desordem.

Apos algumas explicaçoes e apoiados no fato de terem arduamente defendido a vila, o oficial aceita conversar na manha seguinte. Mal sabia ele que os planos dos dois rapazes (mais Marius que estava ao lado) eram outros.

Na primeira luz do dia seguinte, os rapazes sairam sorrateiramente do simplorio hotel onde se hospedavam para encontrar com o grupo do lado de fora das muralhas.

Houve muita conversa, pois as cartas encotradas mostravam o envolvimento de uma terceira pessoa na trama dos ovos. Alguém que se dizia rei, estava na verdade interessado nos ovos roubados e, ao que tudo indica, era o destinatario final deles.

Ainda preocupado com Gerdrant e inquieto com a proximidade do acampamento, Dyuss tenta apressar o grupo:

-- Acho melhor levantarmos acampamento, deixemos para decidir o que fazer depois. Vamos, a principio, montar acampamento mais longe.

Todos de acordo, eles andam algum tempo até descansarem para discutir.

Algumas horas passam durante a discussao. Alguns saem para procurar rastros suspeitos, outros leem, o fato é que Dyuss esta pensativo. Durante a ronda que faz no acamapamente improvisado, ele nao para de pensar nos caminhos que teve, e na escolha que fez. Nao consegue tirar da cabeça a idéia de que Gerdrant aprovaria sua nova conduta e que, infelizmente, nao sabia se poderia compartilhar da companhia de valoroso amigo de novo.

-- O sumiço dele deve estar ligado aos ovos. Talvez ele seja refém de algum malfeitor que tente troca-lo pelo ovo que esta conosco.

-- Eh verdade, mas nao temos certeza, retruca alguém do grupo.

-- O fato é que se nao podemos encontrar rastros de Gerdrant, nao temos a menor idéia de onde procura-lo, enquanto que nossa busca pelos ovos nos deu alguma direçao e uma pequena chance de encotnra-lo pelo caminho.

A contragosto, Ryei, decidido a encontrar o paladino admite o fato de estar perdido nesse ponto.
-- Eh verdade, nao temos mais o que fazer, acho que devemos seguir em direçao ao ponto de encontro onde os ovos seriam entregues.

Todos de acordo, eles tomam rumo a pequena cidade onde os ovos seriam vendidos algumas semanas atras. Uma pequena vila, à beira da floresta por onde teriam de atravessar antes de chegar ao destino.

-- Nao temos muito tempo, acho melhor cortarmos caminho pela floresta.

E dito isso eles seguem por pequenas trilhas adentrando cada vez mais na mata da regiao.

Alguns dias se passam, sem muito a relatar, apenas o esforço de Gilles que com suas curtas pernas e pesada mochila, devia manter o mesmo ritmo das 'pessoas grandes'.

Ao fim do terceiro ou quarto dia de caminhada, o grupo se depara com um elfo que montava guarda sobre a estrada que tomaram.

Ele se dizia 'senhor da regiao', abandonada ha tempos por seu povo, durante os combates. Os elfos se despediram da vila proxima e voltaram para as profundezas da floresta onde os humanos nao se atrevem a ir.
Ele aproveitou para dar conselhos sobre os perigos da area, jah que nao se tem mais a presença humana. O grupo deveria tomar cuidado pois a rica floresta também oferecia perigos na forma de bestas e animais agressivos.

Enfim, sem perder muito tempo, de maneira cordial, o grupo se despede e segue até a pequena vila adiante, ao cair da noite, para descansar e partir no dia seguinte. Uma vila abandonada, tomada por plantas e pequenos animais.

Eles encontram uma estranha estatua, de alguém idoso, plantada perto de um poço no meio da praça central da pequena vila. Aquilo aflige profundamente Gilles, que nao demora muito, se desespera de medo dos monstros que possam aparecer.

Marius defende que prefere dormir alir, entre quatro paredes e brigar com o que quer que seja, do que enfrentar, também algum problema mas se manter ao relento e sem abrigo na floresta.

Nesse momento, Dyuss percebe com seus aguçados sentidos de elfo, que alguma coisa estranha saia de uma das casas. Logo apos outras duas criaturas se mostraram. Uma espécie de avestruz com asas de morcego e olhos vermelhos brilhantes, vieram diretamente para cima do grupo.

O primeiro a se engajar no combate foi o elfo, dando-lhe um belo soco na cabeça do monstro, que se irritou mas ainda assim errou o contragolpe, Ryei o ajudava. O resto do grupo se manteve no centro da praça, Arturius cantando com sua besta em maos, e Camabam e Lianon cuidado de outro monstro.

Gilles fugiu sorrateiramente para procurar abrigo e uma posiçao segura de onde poderia trucidar os monstros com seu pesado machado pequeno de arremesso.

O combate parecia estar para acabar quando uma das duas criaturas de pé acerta uma bicada em Dyuss, que fraqueja e sente seu corpo se modificar lentamente.

Os outros mal percebem o que acontece, pois o calor da batalha e a adrenalina os impedem de notar certas coisas, mas o antigo monge, aos poucos, fora endurecendo, e num ultimo esforço para atacar o animal, findou por virar mais uma estatua na praça da vila.

Lianon quase padece do mesmo mal, mas resiste à maldiçao e contragolpeia o animal que cai inerte.

Todos estao atordoados, o que fazer com Dyuss? Agora uma estatua, plantada numa vila esquecida no meio da floresta. Irao deixa-lo ali, longe de seus perseguidores, de sua amada? Irao, num esforço talvez inutil, carrega-lo até algum lugar para cura-lo?

Bem, as escolhas nao sao faceis e nem os caminhos aos quais elas levam.

O fato é que se Dyuss esperava, ao fim de algumas vidas humanas, encontrar sua bela Limiel, seu sonho esta anida mais longe. De alguma forma, ele devera sair da inerte forma petrificada no qual foi aprisionado pelas cruéis bestas que hoje habitam a esquecida vila.

Comentários

  1. Bem, sem querer ser chato, mas o Camaban avisou que não era para entrar na vila abandonada, que era melhor contorná-la. O pessoal tem que confiar mais no seu guia, ainda mais dentro da mata, seu ambiente natural...

    Muito bem, Diego!!! O resumo ficou excelente e ninguém melhor do que você para fazer este, já que é a despedida de Dyuss (ao menos por um tempo, pois sua situação é bastante complicada).

    A única correção que faço é que o Ryei estava lutando junto com o Dyuss, enquanto Lianon e Camaban lutavam contra os outros dois cocatrizes...

    Aliás, o Bruno está nitidamente tentando matar o meu lobo!!! No início ele pode ser um pouco apelão, com mais DVs que o grupo, mas isso está prestes a acabar: no 4º nível iguala e no 5º ele fica pra trás... Então, pega leve aí!!! hehe...

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  2. Valeu Robinho.
    Realmente achei que eu que tinha que terminar isso.
    O Dyuss tem (ou tinha) muito potencial, mas ele no nivel 3, com os numeros que tinha, tava fraco demais, ainda mais sem armadura. Talvez numa remasterizaçao ele fique bom.
    Estou jah pensando num outro personagem. Vou deixar o Dyuss para la, pelo menos por enquanto.
    Até queria abrir uma votaçao, estou sem idéias (ou com muitas delas) mas nao queria refazer nenhum pj que jah passou pelo grupo.
    Eu imaginei um clérigo do dominio da força, ou um Barbaro/Guerreiro, ou uma mulher guerreira especializada em manobras de combate (desarme, trip, etc).
    Sei la, eu adoraria fazer um druida mas acho complicado, mago jah tve aos montes, monge nao aguento mais, bardo eu nao gosto, ladino eh delicado, entao sobram poucos, ainda mais restrito às regras da 3.0.

    Bem, vou devaneando aqui

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  3. O problema do Dyuss era ter a sabedoria baixa... Como monge não costuma usar armadura (ele perde algumas vantagens, não é? não sou nenhum especialista em monges, pois é uma classe que não me agrada no ambiente medieval europeu, que é a base dos cenários de rpg que jogamos, por isso a dúvida), sua sabedoria tem que ser boa (+2 no mínimo), já que ela soma na CA... Como você não o havia pensado como monge antes, acabou ficando esse problema. Uma reformulação viria a calhar... Caso aconteça de ele retornar, você poderia falar com o Bruno sobre essa possibilidade...

    Sobre seu próximo pc, acredito que o druida você poderia deixar para fazer em Kalamar, já que naquele grupo não existe nenhum, além do que as magias de cura seriam extremamente bem vindas, hehe. Acho interessante ter uma certa variedade de classes e nosso grupo em Greyhawk já tem dois druidas. Em verdade nós estamos precisando é de um arcano, todavia acho que você deveria fazer o personagem não pela necessidade do grupo, mas pelo o que você está mais a fim de jogar, aquele que está mais desenvolvido em sua cabeça, seja o bárbaro, o clérigo ou a guerreira...

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  4. Entao, eu tenho vontade de jogar com todos.
    Alias morro de vontade de fazer arcano+clérigo, mas na 3.0 nao da, nao tem nenhuma prestige que aproveite, entao sao dois meio-personagens.
    Acho que precisamos mais de combatente que de arcano, no momento.
    Mas eu gosto de jogar de combatente, entao nao me importo, como arcano seria a primeira vez e vcs jah tiveram uma pah de magos fortes.
    To mirabolando algo como barbaro/guerreiro/xxx onde xx vem do oriental adventures (eh 3.0, super divertido e nenhuma das minhas idéias eh puramente oriental, entao tem potencial, vou decidir e ver com os mestres).

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  5. Eh... legal, blog atualizado! Very well sir!

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  6. Valew Diego pela atualização, ficou bom como um encerramento, memso que temporario, para o Dyuss.
    Quanto ao novo personagem fique a vontade mesmo. Até acho que se vc quiser fazer outro druida, faça... vamos ter um grupo de druidas, nada de mais. Isso pode até focar o tema de futuras capanhas.
    Se vc quiser fazer um arcano/ clérigo temos o geomancer no mestre selvagem. Eu considero uma boa prestige.
    Quando vc tiver uma posição me avise pra tentarmos encaixar vc já no proximo encontro (e ultimo antes da minha viagem).

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  7. Não gostei do plágio do Bruno Keng. Será punido pela falta de criatividade... rsrsrs.

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  8. Eh Brunao, o geomancer é legal, mas soh avança UMA classe das duas que eu tiver, o que é, como disse antes, dois meio-personagens.
    Nao faz sentido avançar soh um, e nao da pra avançar os dois 'ele fica muito atras).
    Entao, nao gosto dele :P
    Ainda tô pensando. Tô pensando

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  9. Diego... vc avança um só mas conjura tudo como vc tivesse o nivel total. Da uma olhada lá.

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  10. Este comentário foi removido pelo autor.

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  11. Brunao, na descriçao do Geomancer tem em Spells per day/Spaells known:

    Since the character had more than one spellcasting class before becoming a geomancer, the player must decide to which class to add each geomancer level for determining spells per day and spells known.

    Se eu entendi bem, ele avança por exemplo de mago 3 (2° circulo) e clérigo 3(2° circulo) para mago 5* (3°)/clerigo 3/ Geomancer 2. Ou seja, magias de 3° circulo arcanas, AINDA 2° divinas dando o +2geomancer para a classe MAGO.
    Por mais que o cara lance magia como um mago de nivel mais alto (8), ele soh conhece como um mago 5 (e é ai que reside meu desgosto). Um mago verdadeiramente 8 eh beeeeeeeeeeeem mais poderoso que Mago 3/Cler 3/ Geo 2, porque ele alcança circulos mais altos, assim como um clerigo puro (ou druida).
    Eu entendi corretamente o que ta escrito? Vcs entenderam meu argumento?

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  12. A questao eh: Por mais que segundo o Bruno ele some os niveis para calcular por exemplo o dano ou a cura de uma magia (o efeito em geral), as magias conhecidas/magias por dia, ainda crescem pela metade, ou seja, a cada nivel de geomancer, ele escolhe se quer subir a divina OU a arcana. Ou seja, dois meio spellcasters XD

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  13. Uhum... mas segundo entendi, vc cresce apenas um. Ok. Porém, os efeitos do crescimento de um afetam o outro. Então, se vc soma os níveis pra todos os efeitos, pouco importa se será meio spellcaster de cada. Ele é meio spellcaster na teoria, pq na prática os efeitos se somam e se complementam.

    To falando só com base no que o Mr.Keng falou. Sem chances de pegar o livro pra ver isso agora - to no trab.

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  14. Também não peguei o livro, mas acho que o esquema é esse mesmo: a cada nível você escolhe com qual vai subir. O nível de conjurador soma para as duas (na hora de determinar duração da magia, por exemplo), mas a quantidade de magias conhecidas e diárias só se alterará para uma delas.

    Um personagem que segue com uma única classe sempre fica mais forte (salvo combos)... Mas, se o geomancer subisse ambas as classes, seria muito apelão... Sei que há algumas, como a que o Bogus pretende pegar, que sobem, mas Bardo e Druida são bem mais fracos que Clérigo e Mago.

    Meu personagem em Kalamar é um Ranger/Mago e não tenho dúvida que ele seria muito mais forte se fosse apenas Mago (vide o Allus, que tinha o mesmo nível). Mas era o que eu pretendia fazer, visando ser um Arqueiro Arcano mais tarde (que considero uma prestige apenas razoável, mas me deu vontade de fazer). E, ainda ele não sendo tão forte, foi o único a sobreviver na primeira parte da campanha (graças ao Escudo Arcano, devo dizer, rsrs)...

    Em outro jogo tenho um Feiticeiro/Discípulo e ele também seria muito mais poderoso se fosse apenas feiticeiro (já estaria no 8º nível de magia, me dá até pena pensar nisso, hehe).

    O que eu quero dizer com tudo isso é que você deve fazer o que estiver com vontade, independentemente dele não ficar tão poderoso. Claro que, se isso for algo que te incomode, esqueça o que estou falando, é só que eu acho que você não deve se privar de fazer algo com que queira jogar unicamente porque não vai ficar tão poderoso quanto um outro personagem...

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  15. Btw, ainda vou verificar se o Bogus vai subir, mas to pensando em já marcar um encontro pra este fds a fim de discutir alguns pontos sobre o futuro da campanha de Kalamar, especialmente sobre os personagens.

    Estou pensando numa pauta de reunião, e quem quiser sugerir itens pode ficar à vontade (mto embora não enxergue muita coisa pra se discutir também). Já defini o nível inicial desta segunda parte da campanha para todos os personagens, de modo que precisamos passar as fichas a limpo e acertar a XP dos personagens. Talvez precisemos fazer uma alteração quanto aos idiomas falados pelos personagens, já que Kalamar possui esta peculiaridade de não ter um idioma "comum". O Player's Guide de Kalamar tem uma regrinha que se adapta melhor a esse esquema, mas ainda não a entendi por completo, de modo que vejo este como o segundo item da pauta.

    Vou aproveitar para passar alguns pontos do cenário a limpo também. Coisas que na época eu não fiz por falta de interesse, tempo ou disposição.

    Para que tudo isso ocorra espero que o Bogus esteja presente e que eu tenha conseguido postar a segunda parte (e final) do retorno do Astaror e do Rhalevahn.

    Não espero que o Bruno compareça, afinal, ele está com a carga horária dele comprometida, mas também não vejo isto como um fato impeditivo - já que não vamos discutir nada de tão importante assim.

    Logicamente, não creio que estas atividades nos tomem o dia todo, de modo que pensei em agilizar um torneiozinho de PES, Fifa (ou coisa que o valha), que juntamente com uma Coca cola estupidamente gelada e uma pizza de calabresa cairia MUITO bem!

    That's all folks.

    Inté!

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  16. Exatamente Robinho, é isso mesmo. Mas nao digo que nao jogaria com ele porque nao é apelao, mas como 'me incomoda' e eu tô de saco cheio de PJ que me incomoda, eu quero realmente pegar um que eu curta.
    Vou pensando, mas acho que vou fazer mesmo um super mega barbaro retalhador, que pelo menos, deve sobreviver mais do que os outros. Mas tenho tempo, nao vou me apressar na decisao.

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  18. Vamos tentar de novo, já é a terceira vez...

    Com certeza, você não deve fazer algo que vá lhe incomodar... E Bárbaro é uma boa classe, com ótimo poder de fogo, muitos pvs, só a CA que é fraca, mas acho que os benefícios compensam. E me parece uma classe interessante e divertida de jogar.

    Como você pensava em druida antes mesmo de fazer o Dyuss, talvez seja interessante pegar umas daquelas prestiges mais animalescas para bárbaro que tem no Mestres Selvagens. Depois dê uma olhada para ver se há algo que lhe agrade.

    Mario, planejava te ligar amanhã para saber a respeito deste sábado, se faríamos essa reunião a respeito da campanha de Kalamar. Já decidiu quantos níveis o Beren perderá?? Vê se pega leve, eu demorei a chegar no 7º, pô!!! hehe

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  19. rsrsrs... já, já pensei sim... vou fazer as últimas ponderações hoje qdo terminar de escrever o retorno do Rhalevahn e do Astaror.

    De toda forma, imagino que a média do grupo seja o 5º nível. Com isso quero dizer que o Rhalevahn, o Astaror e eventuais novos personagens estarão no 5º nível. Em relação ao Beren é que ainda paira esta dúvida. Meu pensamento hoje é que ele retroceda ao 6º nível. Mas a revelação final só na reunião mesmo.

    Até

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  20. Beleza... tudo se resolvendo...
    deixe fazer uma ultima poderação sobre o conjurador misto. É claro que um personagem com circulos mais elevados é mais poderoso, contudo, as classes de prestigio como a do geomancer dão versatilidade. Um mago/ clerigo 3/3 é inferior em poder a um mago 6, mas ele tem acesso a quase todas as magias do livro do jogador até o nível 3, coisa que o mago 6 não tem.
    Quanto ao fim de semana realmente acho que vai ser dificil pois é o casamento da Patricia (no cartorio e almoço de comemoração). Se puder eu tento aparecer umas 2 horinhas mais no final da tarde.

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  21. A versatilidade é o principal benefício de quem faz um multiclasse, seja ele qual for. O personagem fica mais completo, se adaptando muito mais facilmente às diversas circunstâncias que podem acontecer em um jogo. O avanço em uma única classe permite que ele alcance as magias, habilidades ou talentos poderosos mais facilmente, mas deixa o personagem mais limitado. Uma outra classe é interessante porque corrige eventuais problemas da classe (como o Astaror, que tem o ótimo poder de ataque e dano do bárbaro e as boas magias defensivas do feiticeiro, além de magias para incrementar seu ataque)...

    E o que o Bruno falou é verdade: um mago/clérigo tem uma quantidade de magias absurda, é quase impossível ficar sem alguma coisa pra conjurar... Tem uma classe na 3.5, Teurgista Místico, que é sinistra, pois aumenta as duas classes ao mesmo tempo! Bem forte! E no 7º nível já dá pra pegar, muito apelão!!

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  22. Eu sei Robinho, é exatamente por isso que eu nao gosto do geomancer, porque eu conheço o teurgico mistico!
    Ele é irado demais, eu tinha muita vontade de jogar com ele, mas o Bruno foi categorico com relaçao ao material da 3.0, entao, eu nem to olhando as prestiges da 3.5 (que sao muito mais legais :'( ).

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  23. Nossa Diego, mas vc tem uma tara com personagens combados heim? Tu diz q curte jogar com personagem X, mas tá pensando em Y porque X não tem a evolução que o Y tem e a repimboca da parafuseta do X não dá tantos talentos quanto a xinforinfola do Y. Ô loco meu, desencana e faz o persoangem mais legal pra se interpretar - afinal, não é um jogo de video game, mas sim de interpretação de papéis... ;)

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  24. Desculpa se eu sou ruim pra vc Mario, eu sei que vc desaprova isso.
    Eu admito que me divirto com personagens que para mim parecem perfeitos. Tenho dificuldades em me divertir, por exemplo, com um PJ de 13 de AC :P como o dyuss ficou, no fim, sempre que começava um combate eu desanimava jah.
    Eu decidi fazer um personagem nao-ortodoxo, que eu nunca tinha pensado, mas que deve ser divertido pra ca-ce-te. Vou fazer um clérigo da força/guerreiro. Soh pra saber, os deuses do livro do jogador sao os mesmos de Greyhawk? Por causa dos dominios e talz.
    Bem, nos vemos em breve.

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  25. Os deuses do livro básico são de Greyhawk sim. A diferença é que no cenário tem muitos outros deuses além daqueles. E acho que tem um deus específico da força, só não sei se ele está entre os presentes no livro básico...

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  26. Ah, que isso! Vc não é ruim pra mim não... Eu realmente desaprovo essa forma de encarar o jogo, mas já faz MUITO tempo que eu deixei de me incomodar com essas coisas. Esse já foi um problema em campanhas mais antigas, e já bati boca com muito jogador por causa disso, MAS já me rendi nesta briga.

    Por isso, hoje, quero mais é que todo mundo se divirta da forma que achar melhor, contanto que isso não interfira de modo algum no bom andamento da campanha (e da história), que é intimamente ligada à forma como os personagens são interpretados e como eles se relacionam com o mundo (4º Mandamento Sagrado, como vc pode ver na coluna da direita).

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