Egghunters: O paladino sumiu!

O grupo deixou Tashal para encontrar Marius. Lianon estava farejando o odor do "amigo" sumido. Não foi preciso, contudo, muito esforço para localizar o fugitivo.

Os personagens tinham a clara impressão de que Marius tinha algo a ver com a morte de Dafyn, porém, o fujão encontrou boas justificativas para a estranha coincidência que o atrelava à cena do "crime".

Segundo Marius, ele teria chegado ao escritório de Dafyn quando o assassino já o tinha matado, de maneira que ele havia percebido que poderia ser incriminado e fugiu.

Esse papo simplório convenceu, ao menos momentaneamente, o grupo. Ademais, Marius disse aos demais personagens que seu patrão, em Woodwych, poderia ter mais informações sobre o paradeiro dos demais ovos de griffo (talvez uma estratégia de Derfel para ganhar mais espaço no grupo, conseguindo a confiança dos personagens).

Sendo assim, o grupo rumou para Woodwych.

Neste interim, Dyuss estava com Gerdrant em Tashal ainda, convencendo o paladino a decidir sobre deixar o grupo apenas em Woodwych, onde os dois se encontrariam com os demais personagens. Porém, na manhã seguinte, quando a dupla partiria para a vila indigitada, Gerdrant sumiu.

A princípio Dyuss pensou que Gerdrant pudesse ter se adiantado e ido na frente. Porém, ao chegar em Woodwych, dois dias mais tarde, verificou que o paladino nunca chegou na cidade.

A notícia causou espécie aos demais personagens, que reunidos na estalagem dos Braços Quebrados, decidiram voltar para Tashal e localizar Gerdrant (aproveitando para também coletar mais informações sobre os ovos, já que Marius nada conseguiu junto ao seu "patrão").

Assim, (o agora participativo) Riey, Camabam, Arthurius, Dyuss, Marius e Gilles iniciaram viagem para Tashal.

Notaram algo? Sim... Gilles voltou, o gnomo contou que foi assaltado por um bando de homens maus na estrada para Dumadan e no combate perdeu não só grande parte de suas riquezas, mas também o colega de viagem "Trevorian", que morreu na luta.

Sem rumo, o gnomo partiu atrás do grupo, só os alcançando quatro dias depois, em Woodwych.

Antes de partir da vila em questão, o gnomo foi duramente repreendido por Riey ao fazer uma prece para Fharlaghn - riscando no musgo de uma pedra à beira da estrada o símbolo sagrado daquela divindade. O monge estava evidentemente MUITO apressado, esquecendo que toda a pressa para achar Gerdrant (supondo-se que ele está em algum perigo, e não somente decidiu partir sem dizer adeus) não será se valia alguma sem o olhar a a graça dos deuses. Gilles explicou-se e pediu paciência, mas a pressa em prosseguir era imperativa entre Arthurius, Dyuss e Riey.

Talvez o monge só estivesse estressado, porque Trevorian estava morto. Aliás, Riey passou pelo menos uma noite meditanto sobre seu colega morto, entristecido pela notícia trazida pelo gnomo. Noutro turno, talvez o monge culpe o gnomo pela passagem precipitada do guerreiro pupilo. Ou talvez só lhe pese sobre as costas o fardo de ter-se responsabilizado por Trevorian e, uma vez após abandoná-lo, o mesmo vir a morrer.

Graças à pressa jamais se saberá o que se passou pela mente de Riey naquela noite fria (13ºC) e nublada de outono. O momento já é passado agora, e TUDO o que existe para este personagem é uma estranha conexão com uma busca cega por algo que não lhe representada mais nada intrinsecamente - já que os salteadores do monte Felnarix já estão dispersados (e bem longe de Tashal ou Nyrond).

Os personagens, de forma uníssona, estão unidos pela causa de Camabam. Este, ao contrário dos demais, parece possuir um ideal e tem servido regularmente de bússola moral para todo o grupo.

A chegada de Derfel e a súbita mudança de rumos causada pela morte de Dafyn, porém, colocaram em xeque o papel de liderança exercido por Camabam. Infelizmente, o momento que seria de ruptura com a visão idealizada de mundo do druida acabou se convertendo na ruptura do próprio grupo, já que o paladino aparentemente sumiu (queiram os deuses que não).

Parece cada vez mais premente a necessidade de que estes homens (e elfo) reflitam sobre suas decisões e os porquês de seguir adiante. Muitos colegas já morreram (Miro, Beatrice e Trevorian) em prol de uma causa não muito bem delineada e, por outro lado, ninguém parece estar "curtindo" a viagem - pois tudo o que é feito se traduz numa resposta necessária aos fatos concernentes à busca idealizada por apenas um e somente um personagem: Camabam. Parece que ninguém mais goza das delícias da cidade murada e protegida das bestas selvagens, dos sabores da vida medieval, da conversa com a velha boticária, da visita à feira de mercadores, de conhecer as notícias das terras distantes. Nada! Verdadeiros Egghunters, é o que sois!

O que estará tecido nas teias de Istus? O destino será afável ou punirá as ações desconcertadas dos personagens? Teria a paciência do paladino se esgotado com a vilânica pretensão assassina satisfeita pelas mãos de um companheiro casual de viagem? Teria ele decidido ir embora sem avisar ninguém? Teria sido morto? Capturado por gnolls dos bosques? E a máscara de Derfel, quando cairá? Existem mais ovos para serem resgatados? Será possível saber onde estão?

Muitas perguntas, zero respostas.

Arguardem...

Comentários

  1. Acho que esse foi o resumo de sessão mais rápido a ser postado no blog, rsrs...

    Acredito que o Mário colocou no post muitas coisas importantes que precisam ser discutidas pelo grupo, as quais não puderam ser realizadas nessa sessão em razão da ausência de grande parte dos jogadores...

    Só discordo do ponto de que a busca pelos ovos interessa apenas ao Camaban: ela interessa ao Arthurius também, mesmo que ele não seja tão intransigente nesse ponto como o meu personagem, hehe...

    E quanto a questão do Marius estar ou não envolvido no assassinato do Lorde Dafyn, bem, aí se encontra um ponto no qual o Camaban não tem muito interesse em entrar, razão pela qual ele pouco procurou divergências nas explicações apresentadas... Cabem aos demais tomarem as suas próprias decisões...

    Por último, não deve rolar jogo na semana que vem, conforme informações do Bruno... Assim, Bogus, talvez fosse melhor você adiar sua subida para o outro fim de semana...

    Abraços a todos!

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  2. Robinho,

    O Arthurius pode até nutrir simpatia pela causa do Camabam pelos mesmos motivos religiosos que o druida tem. Ou seja, ele até possui um alinhamento ideológico semelhante ao do Camabam, mas isso não significa que esta QUEST seja um ideal seu.

    Bem, uma quest é sempre uma quest. É natural que todos os personagens do grupo estejam pessoalmente envolvidos com o tema da aventura, de outro modo, não haveria um "grupo".

    Contudo, não venho observando a evolução dos personagens em termos pessoais. Quero dizer, não houve um crescimento em termos de personalidade de caráter dos personagens e eles estão envolvidos na quest de forma absolutamente "inocente". O próprio sentimento de amizade tão invocado no grupo para justificar a presença de todos junto ao Camaban e agora na busca pelo Gerdrant não se observa na mesa.

    Na verdade, este é um erro DOS JOGADORES, que não vêm se esmerando em desenvolver o Role Play dos personagens. Aí, toda a carga de interpretação fica focada na história. Ou seja, se o MESTRE não "criar" situações para os personagens interagirem, nada mais acontece - porque ninguém cuida os interesses pessoais dos personagens.

    Para se ter uma idéia, o Derfel, enquanto esteve em Woodwych, provocou uma busca por um veneno junto à uma "bruxa". Isso pode gerar, mais à frente, um gancho pra uma aventura.

    Essas besteirinhas, que na verdade não têm muita relação direta com a aventura, podem gerar muitas coisas legais em termos de jogo. Primeiro pq criam uma situação de interpretação pura onde os jogadores podem desenvolver a personalidade dos personagens. Sem isso, eles viram quase que autômatos, movidos pelas "dicas" sobre o que devem ou nçao fazer dadas pelo mestre.

    O mundo da campanha é enooorme, e a criatividade do mestre tb. às vezes o cara que está atrás do escudo não tem um "click" para criar "plots" do nada, mas se os personagens procurarem, eles encontrarão mtas coisas interessantes.

    Citando o Derfel novamente, se ele não tivesse se preocupado em buscar um ermitão que pudesse lhe fabricar veneno e tivesse optado simplesmente por um ">>FF" aquele plot não teria sido aberto e NINGUEM mais saberia que existe uma mulher doida no exterior dos muros da cidade de Woodwych que domina a fabricação de venenos.

    Isto não isenta o mestre de provocar situações, mas tem que ter a cooperação dos jogadores.

    Seria possível buscar exemplos como o do Derfel em outras campanhas, como em Kalamar, em que por diversas vezes os personagens foram buscar informações em templos e etc. Isso criar vivacidade pro mundo. Ninguém tem que sair fazendo as coisas SÓ relacionadas à aventura. Os personagens precisam comer, beber, se divertir, matar curiosidades, se apaixonar, transar. Essas coisas dão vida a eles.

    É claro, também, que cada PJ tem uma característica. Não se pode exigir um comportamento urbano do Camabam, mas o fato de que ele não vai se embebedar na taverna da cidade não o isenta de colher umas ervas para preparar uma infusão, de elaborar um pequeno ritual para homenagear os deuses e etc. Assim, isso é só um exemplo.

    No fim das contas, o que estou dizendo é que da mesma forma que o mestre tem que preparar antes algumas coisas para a aventura, os jogadores tem que preparar antes (ou só pensar em) algumas coisas para seus personagens. Coisas que independam dos rumos da aventura, e que ajudem na formação da personalidade dos personagens.

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  3. Agora compreendi o ponto a que você queria chegar: não é a questão do envolvimento dos personagens com a quest em si, mas o desenvolvimento de cada um individualmente... Esse também foi um problema que aconteceu em Kalamar e, como chegamos a conversar lá também, acredito que o fato de nos estabelecermos numa região por um certo tempo pode melhorar essa interação com o "mundo" e não somente com o grupo e a missão, o que melhora na formação da identidade dos personagens.

    Não sei como eram as sessões antes, mas, desde que passei a jogar com vocês, a campanha sempre seguiu mais ou menos esse ritmo, com missões que levavam a muitas viagens, o que, consequentemente, diminuía a interatividade e envolvimento dos personagens com coisas que não a aventura em si, já que geralmente não havia tempo pra isso, havendo um objetivo imediato a cumprir (muitas vezes urgente, como nessa questão dos ovos ou no salvamento do bebê, do Ithan, etc). Havia uma coisa ou outra, como essa ida em templos e mercados pra buscar informações e tal, mas não muito mais do que isso (e a interação com o sexo oposto foi praticamente inexistente, salvo entre o Beren e Aridel, que assim mesmo foi bem insípida, já que eu acabei interagindo pouco com ela, uma falha minha)...

    Acho interessante sim esse maior desenvolvimento dos personagens, mas algumas vezes isso fica muito difícil em razão das circunstâncias. Por exemplo, como disse o Bruno, se dependesse de você ontem, eu mal jogaria, rsrs... Isso é culpa do meu personagem mesmo, não é uma reclamação, ele não tinha o que fazer na cidade à noite, diferentemente do Gilles. Ele até tinha coisas pra fazer na mata, tendo a realização de seus rituais, a coleta de suas ervas, mas isso não era algo que geraria "jogo", são coisas que rapidamente se descrevem e pronto (eu não sou muito de descrever isso, mas é que acho que essas coisas ficam subentendidas, só as mencionando em circunstâncias que considero especiais; todavia, não significa que não goste quando os outros personagens o fazem, como aquele seu ritual para Fharlaghn, só me falta criatividade pra isso)... Eu pretendo fazer com que o Camaban mude um pouco e desenvolva um lado um pouco mais social, mas acho que isso tem que ser gradual, não posso fazê-lo de uma hora pra outra...

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  4. Quando os personagens estão livres, sem a necessidade de seguirem um mesmo "tempo" é possível resolver esse problema de tempo de jogo e tempo real facilmente, permitindo que o FF aconteça em momentos diferentes. Exemplo: enquanto o Gilles continuava na sua peregrinação pelas tavernas,a noite poderia passar para o Camaban, de forma a que ele pudesse ir resolver os seus assuntos diurnos (procurar pelo curtidor, procurar pelo Ryei, etc). Então, o FF do Camaban aconteceria à noite, enquanto o do Gilles aconteceria em outro momento (ele foi dormir tarde, bebeu, assim, poderia acordar bem mais tarde que os demais).

    Só para dar um exemplo de uma outra campanha que jogo (acho que já tem um ano que não a jogo, mas ela ainda está de pé, em conversas por email ao menos, rsrs), o meu personagem e o do outro jogador estão separados por nada menos do que dez anos, estando, inclusive, em planos diferentes... Algumas vezes os personagens precisam se dividir, não acho que a campanha tenha que ser sempre em grupo, apenas se realmente houver um motivo. Mas isso é da característica de cada grupo também, da forma que cada um prefere jogar...

    Então, o que quero dizer com tudo isso, é sobre a necessidade de haver um certo ajustamento também, para permitir que ninguém se sinta prejudicado (não estou falando de mim propriamente, até porque achei natural a sua ânsia em jogar por não fazê-lo há séculos, mas para os demais, que têm menos oportunidades para jogar, isso pode ser um problema, devendo sempre haver um meio-termo que permita a diversão de todos)...

    Agora, só nós é que colocamos nossas opiniões aqui, né, outros poderiam fazê-lo também, inclusive o NOVO MESTRE, que JAMAIS vi escrever alguma coisa nesse blog!!! hehe

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  5. É disso mesmo que falava Robinho, mas também daquele primeiro aspecto que vc falou.

    O desenvolvimento do lado pessoal dos personagens contribui também para que o jogador saiba identificar o melhor motivo para que seu personagem se junte a uma party e parta em busca de aventuras. Não acha?

    Em nossas campanhas nunca exploramos muito o lado sexual dos personagens, mesmo porque fazer isso é um pouco esquisito. Isso só aconteceu uma vez, quando o Bemus (arqueiro do Bruno) se apaixonou pela taverneira de uma vila chamada Siobham e teve filhos inclusive e etc. Lembro que a Aeris (personagem do Roberto) percebeu a dificuldade do Bemus em se aproximar da moça e escreveu uma carta de amor para que o Bemus entregasse à Siobham (escreveu literalmente, essa carta existe e está guardada numa pasta aqui, inclusive).

    Eu não quis criticar nada nem ninguém não. Quando falei dessas coisas foi só para chamar a atenção para a ncessidade de que os JOGADORES se esmerem mais em interagir com o mundo da campanha, não deixando para o mestre, isoladamente, o papel de desenvolver a história.

    Eu fiquei motivado a escrever isso tudo porque durante a sessão fui repreendido pelo Bruno pelo menos DUAS vezes por estar interpretando demais o personagem - e isso simplesmente me pareceu absurdo. Quer dizer, ele tem esse direito e queria seguir com a história. Esse pode ser o estilo dele como MESTRE, fato que eu terei que aprender a respeitar. PORÉM, naqueles dois momentos eu fiquei com a nítida sensação de que talvez todo mundo ache que a campanha tem que estar num FF constante, para que a história se desenvolva rapidamente, e daí que ninguém se propõe a quebrar com isso e tomar atitudes só pelo bem da interpretação do personagem (mesmo que isso não tenha nada a ver com a aventura, e possa até mesmo retardá-la).

    É óbvio que eu compreendo também que a seguir naquele ritmo você mal jogaria. Eu entendo isso. Mas isso é um problema pro mestre resolver e você, inclusive, já deu uma excelente solução para este tipo de situação.

    Importanto também é que fique claro que tudo isso não é uma crítica ao Bruno, enquanto mestre. Na verdade, uma dos motivos para que eu decidisse JOGAR ao invés de MESTRAR era justamente para colocar as coisas em perspectiva de novo.

    Além do cansaço que dá mestrar, a minha memória sobre o que é estar do outro lado do escudo estava apagando e isso é péssimo pro mestre, já que tudo o que ele prepara em termos de aventura é voltado para divertir os jogadores, fundamentalmente.

    Então, para mim, essa é uma experiência muito válida sobre difersos aspectos. Eu posso agora observar outro estilo de "mestragem" e absorver coisas boas e ruins. É, "mutatis mutandis", uma maneira de fazer uma autocrítica. Assim, as observações que fiz aqui nesta postagem estão mais voltadas para mim mesmo, para quando eu estou atrás do escudo mestrando. O que eu quero de vocês quando estou atrás do escudo é isso tudo aí que já falei.

    Eu nunca me importei de ficar encarregado de distribuir a atenção igualmente entre os jogadores, para que um não ficasse com mais atenção do que o outro só porque está mais bem disposto pra interpretar do que o outro em determinado dia. Essa é uma tarefa inerente ao mestre e, na minha opinião, bem menos cansativa do que ficar falando o tempo inteiro da história.

    Logicamente há um mea culpa do MESTRE também, no sentido de que lhe incumbe criar o ambiente propício para que os personagens possam se desenvolver. Aqui, EU, particularmente, assumo uma parcela grande da culpa. Porém, alguém - dentre os jogadores - já se perguntou COMO podem contribuir para criar essa atmosfera de "lar doce lar" em uma determinada região? É uma questão importante essa...

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  6. De toda forma, é importante que fique CLARO que, em relação a você, eu não tenho nada a reclamar não. Em Kalamar o Beren foi evidentemente o personagem principal (vindo a dividir essa função com o Galahad na segunda parte da campanha) e agora em Greyhawk o Camabam também tem tido a história centrada em si.

    Isso não ocorre porque o mestre quer, simplesmente, é porque um determinado personagem está mais interessante do que outros.

    Na antiga campanha de Greyhawk (aquela tão famosa), todos os personagens eram muito bem desenvolvidos. Tivemos, por causa disso, aventuras baseadas no Velion (qdo o grupo foi resgatar sua irmã), no Garael (filho e esposas raptados por asseclas do Evil Thrommel), no Ben (seu irmão estava com problemas na guilda ladrões de Mitrik), no Solfiere (com seu passado obscuro e cheio de inimigos), na Aeris (com seu traço divino que levou todo mundo pra Celestia, nos outer planes), no Uther (diversas vezes, na Lagoa Cinzenta, com seu tio sacerdote de Flandal, qdo foi parar no Acheronte com um Ilithid inimigo do grupo), etc. Nem todo mundo começou com um personagem bem pensado, e a maioria foi evoluindo durante o jogo.

    Nas últimas aventuras, tirando pelo seu personagem e pelo do Pietro (Galahad), ninguém mais chegou a conseguir criar um pj bem desenvolvido. Acho que quem mais se aproximou disso foi o Bogus com o Ralevahn (eu gostava daquele "mouro"). Acho até que o Arthurius está indo por um bom caminho nesta campanha, mas as ausências do Bogus atrapalham muito isso (ele é um cara que trabalha mto bem seus personagens).

    De minha parte, eu reconheço uma completa indecisão sobre uma região para nos centramos de novo, o que facilitaria o trabalho de vocês. Mas prometo que isso vai mudar em breve. Nessas "férias" que estou tirando do meu escudo vou internalizar algumas coisas, e vou buscar resgatar outras também.

    Por enquanto vocês vão ter que engolir o gnomo mais indeciso e falastrão de Flanaess... rs

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  7. Meu atual lema é: isso é problema do mestre!!! Ahuahuahauhauhaua

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  8. Concordo sim, claro, o desenvolvimento da aventura e dos personagens precisa acontecer simultaneamente, o que torna muito mais enriquecedora a experiência...

    Essa parte sexual é difícil pra todo mundo sim, os jogadores quase sempre evitam (eu inclusive, não estou querendo me diferenciar não, embora dois dos meus últimos personagens tenham se metido em envolvimentos amorosos, o que lhes trouxeram muitos problemas, mas enriqueceram muito os personagens e tornaram as campanhas mais ricas também, pois essas situações geram interpretação e história... por isso mencionei esse erro com o Beren, pois acredito que seu envolvimento com a Aridel teria sido interessante para a campanha, ainda mais que, segundo entendi de uma conversa que tive com você, ela seria minha meia-irmã, o que seria uma situação muito interessante para o personagem lidar).

    Quanto à carta que o Roberto escreveu, acho que você a postou no blog há bastante tempo atrás, me lembro de tê-la lido.

    Sobre a questão da região a se estabelecer, isso é algo em que os jogadores têm um papel importantíssimo... Não adianta o mestre querer situar a campanha em uma região se os personagens não tiverem um motivo para ficar ali, motivo esse que não cabe apenas ao mestre, mas também ao jogador, que conhece seu personagem muito melhor do que qualquer um. O jogador precisa ter ao menos uma idéia básica da personalidade, histórico e moral do personagem para poder tomar essas decisões, para até mesmo poder decidir se deve ou não trocar de personagem (como o Bogus fez com o Kotesh ao ter atingido a liberdade: ao atingir o fim que buscava, ele montou sua família e deixou a carreira aventuresca, o que foi uma decisão interessante e rara).

    Agora esse problema no desenvolvimento é fruto do pessoal não estar podendo jogar com a frequência ideal, o que dificulta muito mesmo. Pelo menos para mim, uma das melhores formas de resolver isso é escrever um background. Esse é o momento em que eu formo o personagem, muito mais do que quando faço a ficha. Acho que é isso que te dá o ponto de partida, indica a direção que o personagem seguirá na campanha.

    E, esclarecendo, eu não estou fazendo isso pra criticar ou defender ninguém não (e se muitas vezes dou exemplos meus é porque são essas as situações que mais ficam gravadas na minha mente, não é porque esteja querendo me colocar como modelo, longe disso). É só que acho interessante ter essas conversas, que acredito que são importantes para ver como cada um enxerga o rpg e como cada um mais se diverte jogando-o...

    E, para terminar, o Gilles é muito divertido, só não entendo o porquê de você ficar tacando aquele dado na hora de tomar as decisões por ele, hehehe....

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  9. Bem... testando... 1...2...3...

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  10. HUAHUAHUAHUAHA....
    Legal... finalmente consegui...

    Bem... em primeiro lugar gostaria de dizer que os meus cortes ao Gilles foram um pouco reflexo de preocupação de mestre iniciante para que todos participacem. Naquele momento gostaria que o role play estivesse ocorrendo junto ao Camaban para que o Robinho pudesse responder as interpretações do Mario.
    Enfim...
    Quanto a questão do desenvolvimento dos personagens gostaria de propor um off play. Se as vezes o lugar, ou a aventura, ou as oportunidades, ou a disposição dos jogadores atrapalham uma boa interpretação, quero propor que os jogadores que participaram ou não da sessão postem, mesmo que em apenas um paragrafo, uma reflexão dos proprios personagem do que está acontecendo na aventura e o que eles estão pensando e sentindo em relação aos outros personagens. Esses post interpretativos eu vou gratificar com xp igualmente tem sido feito dentro de jogo. Sendo assim quem participar da sessão e postar os pensamentos do personagem aqui, ganhará xp dobrado por interpretação.
    O que acham?

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  11. Haleluia!!! Um milagre natalino bem no meio do ano!!! Ohhh!!! Será que passou uma estrela cadente? Será que os planetas se alinharam? Será que as luas de Saturno entraram em eclipse solar multiplo? Será que o cinturão de orion foi tragado por um buraco negro? Oh! Oh!! Oh!!!

    O Bruno finalmente postou no blog, depois de mais de TRÊS ANOS DE BLOG, ele FINALMENTE POSTOU!!!

    Coincidência que isto só tenha ocorrido qdo ele mestrou... o que só me leva a concluir que antes participar ativamente das atividades relativas ao RPG era o que? Terceiro, quarto, quinto plano? Uhmmm... tudo anotado no caderninho negro.

    Bem, não. Não pretendo escrever nada no blog sobre o Gilles. O que eu pretendo fazer é estar presente em todas as sessões e dar o meu melhor DURANTE o jogo, porque RPG se joga na mesa. Particularmente, é o que eu recomendo a todos.

    PORÉM, isto não significa que a idéia do Bruno seja ruim não! Pelo contrário, é uma boa idéia e eu acho que aqueles que têm dificuldade de se expressar na mesa ou aqueles que não podem participar das sessões com frequência devem sim se apresentar aqui no blog para estender a interpretação de seus personagens.

    Considero a iniciativa do Bruno muito boa, então, sugiro que a sigam.

    Quanto a mim, bem, a princípio não vou estender muita coisa aqui não. Talvez em breve eu elanbore um background pro Gilles, o que de toda forma é uma forma de incrementar a interpretação. Mas o básico é na MESA - e eu espero ser recompensado de forma JUSTA pela minha atuação BRILHANTE!!!

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  12. Foi uma situação engraçada mesmo o Bruno só vir a postar agora, rsrs... Mas nem digo que ele relegava o rpg a um longínquo plano não, assim como não acredito que havia algum problema no computador. Acho que o problema era pura preguiça mesmo, hehe...

    Sobre a proposta do Bruno, acho uma boa, especialmente para aqueles que não podem estar na sessão pessoalmente... De certa forma eu já faço isso em algum dos meus posts, ao explicar algumas ações do Camaban (como o motivo pelo qual ele aceitou tão facilmente as explicações do Marius, mesmo estando com uma pulga atrás da orelha em relação a ele)... Mas, podendo ser na sessão, muito melhor...

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  13. Bem... deixe-me esclarecer... eu tentei postar antes umas 2 ou 3 vezes e não consegui... acabei deixando pra la por falta de necessidade... mas agora como mestre me senti intimado a postar e tive que tentar até conseguir. Não tem nada de conhecidencia nem nenhuma miraculosidade cosmica.
    Quanto a minha sugestão, o que espero alcançar é um complemento intelectual para os personagens. Muitas vezes durante o jogo não paramos pra refletir sobre os acontecimentos e sobre as açoes do outros e ai acabamos respondemos como nos mesmos e não como nossos personagens.

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  14. "Conhecidencia" não pode ter mesmo não... ahahaha... só te zuando, Mr. Dune-Dune-Tê...

    Kd o Bogus e o Diego?

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  15. Fala pessoal!
    Eu andei viajando esses dias e por isso nao participei.
    Estou correndo para acompanhar o que aconteceu.
    Como eu havia proposto (mas agora eh tarde demais), sempre que possivel, eu estaria disposto a fazer essas off-interpretaçoes para poder ajuda-los a compreender o personagem e tal. Eu queria ter feito a conversa com o gerdrant, mas jah que o bruno sumiu com ele, fica pra proxima :P
    De qualquer forma, vou comparecer por aqui mais frequentemente (depois de ler direitinho tuuuuudao que vcs escreveram) para dar uma ou outra interpretaçao.
    Algo como o que foi feito na historia do dyuss (alguns posts atras).
    Ah! Nao esqueçam de marcar a desgraçada da caixinha de NOTIFICACAO de mensagem pra galera saber que vcs escreveram!

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