Terror na Montanha – 11º Ato

Após um tempo de observação, os personagens decidiram que Gilles deveria entrar no acampamento à surdina durante a noite, a fim de procurar pelos ovos e demais coisas que fossem de interesse para o grupo, sendo seguido por Ryei, que não aceitou que o gnomo seguisse sozinho.

Os dois não tiveram grande dificuldade em passar pelos guardas, no entanto, quando já se aproximavam de uma das tendas maiores, acabaram sendo avistados por um dos guardas e Ryei agiu rapidamente para silenciá-lo, mas não conseguiu impedir que outros guardas fossem alertados.

Os demais, que observavam de um ponto mais alto, conseguiram perceber o insucesso da missão e, temendo por seus companheiros, desceram em disparada pela encosta a fim de auxiliá-los, mas a distância não era das menores e havia um bosque no caminho que os impedia de observar o acampamento e ver que Gilles e Ryei conseguiram lidar rapidamente com os guardas.

Acabaram todos se encontrando no meio do bosque e, após uma breve análise das opções que possuíam, decidiram aproveitar a confusão para retornar ao acampamento. Eles providenciaram a feitura de rastros falsos, aguardaram os grupos de busca saírem no seu encalço e o invadiram silenciosamente.

Porém, Camaban acabou pisando no gato preto de Beatrice (!!!), que miou alto e alertou os guardas. Eles rapidamente procuraram se esconder e entraram em uma das tendas, que estava cheia de mulheres e crianças. Enquanto o grupo tentava sair sem causar alardes, Trevorian, do alto de seus 1,90 metros de altura não conseguiu, e um grito abafado de espanto foi ouvido, o qual foi seguido por um grito de dor.

Os demais já haviam saído da tenda e não tiveram como verificar o que havia acontecido, até porque um combate logo se seguiu. Todos estavam espalhados e acabaram se envolvendo em diversas batalhas isoladas, mas conseguiram lidar com os guardas de forma fácil e rápida, sem grandes contratempos.

Um homem melhor armado saiu de uma das tendas, mas, ao verificar o corpo de seus combatentes no chão, depôs sua espada e se entregou. Ele se disse um nobre e revelou ser um dos comandantes dos mercenários, tendo sido contratado por um Lorde de Pontyrel, cidade localizada a uns poucos dias do Monte Felnarix, para roubar os ovos dos grifos. Na região acabaram encontrando grande quantidade de minerais preciosos e animais exóticos, que acabaram coletando para futura revenda. Já os ovos, haviam sido despachados há alguns dias atrás.

Não acreditando totalmente nas palavras do comandante e bastante irritado, Camaban decidiu vasculhar o acampamento e libertar os animais aprisionados, que se tratavam principalmente de aves. Arthurius primeiramente se dirigiu à tenda das mulheres, onde curou a mulher que gritara e que se encontrava desacordada no chão, mas não viu Trevorian, que se mantivera ausente durante todo o combate. Após, vasculhou as demais tendas, tendo encontrado diversos documentos interessantes, inclusive um mapa da região com diversas anotações. Ele também viu Gilles se apropriando de diversos itens de valor que estavam estocados no acampamento.

Reunidos novamente e não tendo localizado qualquer um dos ovos, decidiram colocar fogo em algumas das tendas e sair levando o comandante, já que ele poderia, posteriormente, negociar o abandono do acampamento e o fim das atividades predatórias.

Eles partiram para o outro lado da Felnarix e, durante a noite, observaram uma grande revoada nos céus.

Pela manhã foram ao acampamento, que estava completamente destruído. Logo um aarakokra veio ao seu encontro e explicou que a ação do grupo deu forças ao povo alado, que aproveitou o enfraquecimento dos mercenários para atacá-los durante a noite e expulsá-los definitivamente daquelas terras. Os personagens explicaram que os ovos haviam sido mandados para uma cidade distante e que fariam o possível para trazê-los de volta.

Assim, o grupo partiu. Tendo o comandante como guia, eles seguiram com tranquilidade até Pontyrel, onde ainda não sabem muito bem o que encontrarão...

Comentários

  1. Hohohoho!!! Que alegria ver este post... ehehehe... menos uma coisa pra fazer!!! Vlw Robinhooo!

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  2. Irado, nao sabia o que tinha acontecido até agora.

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  3. Você sempre reclama de tempo e o serviço do mestre é realmente bem maior do que o dos jogadores, então, não custa nada ajudar de vez em quando...

    O meu maior problema são os nomes, pois, diferentemente do Bogus, não faço qualquer tipo de anotação durante a sessão, o que complica um pouco, mas, acho que dá pra quebrar um galho...

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