O Monte Felnarix

Conforme prometido, segue a "foto" do famigerado Monte Felnarix, casa dos Aarakocra - O Povo Alado.



CD do teste de escalada: 30!!!

Comentários

  1. Um amigo me indicou um link com informações sobre vários programas para se jogar virtualmente, depois dê uma olhada...

    http://www.rpgvirtualtabletop.com/vts.html

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  2. Po... nenhum comentário sobre o visual do blog... q triste!!! :(

    Faltou dizer tb que a montanha da foto foi tirada do filme Contatos Imediatos de 3º Grau (filmão)!

    Vou dar uma olhada no link q vc passou! Já viu a confirmação da festinha no Twitter?

    VLW Robinhooo!!!

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  3. Vi sim... Mais tarde devo te ligar para saber como vai ser exatamente, o que tem de levar, essas coisas... E dar-lhe os parabéns também, né?! rsrs

    Sobre o visual, você resolveu tirar a foto de fundo?? E os updates do twitter também não estão aparecendo mais... É algum erro aqui ou você os tirou mesmo??

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  4. A foto reapareceu agora... Doideira, rsrs... Mas as atualizações do twitter continuam fora...

    Essa foto é do filme de D&D??

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  5. Po... aki tá td normal...

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  6. Soh pra continuar a discussao do post passado:

    Eu acho que seria bem saudavel iniciar as novas regras do tome of battle por causa do lado combatente do grupo.
    Pelo que eu sei vcs sempre tiveram magos presentes e fortes, entao de uma maneira ou de outra o grupo se dava bem.

    Mas imagina o cara (como eu) que chega querendo montar um guerreiro legal e la pro nivel 10, ele jah ta completamente ultrapassado pelos spellcasters.
    Pelo que o caca falou, ele soh quer um homem de armas, tudo bem. Mas se ele quisesse algo que nao dependesse por exemplo de prestiges classes pra ficar legal, dificil de seguir um guerreiro 100%.
    Eu nao to defendendo usar o livro sempre nao, mas eu achei tao legal a experiencia e a reaçao de vcs que eu realmente acho legal manter a chama acesa.
    Ou vcs vao dizer que "Caraca ele pode fazer isso??" nao eh mais ou menos o que a gente sentia no inicio da vida de D&D?
    Foi essa a parte que eu mais gostei. Ver a galera reagindo positivamente. E por mais que possa parecer, nao é tao apelao assim nao. Eu até gostaria que o Mario explorasse isso contra nos. As habilidades sao bem equilibradas, nem se comparam por exemplo a magias la pro 4° circulo.
    Acho que os combatentes marciais tem lugar sim na nossa mesa, porque vcs tao pra la de traquejados em d&d, eh legal surpreender de vez em quando.

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  7. E pelo amor de deus, nao achem que o dyuss ta apelao nao.
    Todo guerreiro eh forte ateh o 4-5 nivel pq tem muito pv e bate legal.
    Entao, eu tô nivel 2, se vcs ficarem insistindo nessa ideia, daqui a pouco o Mario mata ele...

    ps: A principio, seria o unico nivel de crusader que eu ia pegar. Depende da experiencia que eu tiver, mas eu prefiro voltar ao caminho de guerreiro.
    Foi realmente uma tentativa, e os poderes de cura dele cairam bem no grupo que nao se sustentava tao bem fazia uns 2 ou 3 combates.
    A minha primeira escolha seria o warblade do tome of battle, mas achei o crusader mais apropriado para a experiencia.

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  8. Eu achei um pouco estranho e apelativo principalmente porque não vi explicação para alguns dos poderes, que parecem ser realmente magias sendo lançadas por um personagem que não é um mago/clérigo... Exemplo: você acerta o adversário e algum dos seus companheiros se cura... Porra, como assim?? Isso não faz sentido pra mim, entende?? Qual a explicação disso? Se fosse como aquele outro que você usou e que, ao acertar o inimigo, seus companheiros ganham bônus de atqaue contra ele durante a rodada seguinte, blz, dá pra aceitar legal, faz um certo sentido, mas o da cura eu achei estranho demais... Talvez haja alguma explicação lá no Tome of Battle, mas, vendo de fora, sem essas informações, ficou parecendo muito com videogame, como a 4ª edição me parece...

    Só acho que, caso exista essa explicação, talvez seja interessante você levar isso para a mesa na interpretação do personagem... então, sei lá, se, por exemplo, esses poderes do crusader têm alguma relação com uma divindade e tal, seria legal você levar isso pra mesa, demonstrando a devoção dele (se for o caso)... Sei que é complicado jogar de longe (a única vez que fiz isso, achei bem difícil, a gente sempre acaba perdendo algumas coisas, pessoas vem falar com você, às vezes a conexão fica ruim e ninguém te entende, etc), mas acredito que seja a melhor forma de evitar esse sentimento de esquisitice, de estranheza...

    Porém, isso não significa que eu seja contra a classe... Rpg é diversão e cada um se diverte da forma que quer e, se a diversão não atrapalhar a dos outros, não há porque o Mario matar o seu personagem, e sei que ele pensa assim também, pois já conversamos sobre isso em várias ocasiões... É só um toque que eu acho que pode melhorar no entendimento do seu personagem pelos demais (como eu acho que você quer, eis que contou a sua biografia em uma das últimas sessões)...

    abs

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  9. Robinho, vou colocar um material sobre a classe online, vc vai evr que ele tem algo de divino; como um paladino, mas ele nao segue (necessariamente) um Deus, e sim um ideal ou coisa do gênero.
    Ae vc da uma olhada, no fundo as coisas têm a ver sim, infelizmente eu nao posso fazer muito pela internet, como vc mesmo disse :P

    ALIAS? CADE VCS???
    TO ONLINE ESPERANDO PRA JOGAR!!!

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  10. Cara... hoje jogamos lá no condomínio da minha vó... não teve como conectar... infelizmente, pq a internet 3G móvel aki de casa já tava indisponível...

    Em breve colocamos o update pra vc saber o que rolou, mas adianto que não foi nada de dramático ou emocionante demais.

    Vc conseguiram expulsar o pessoal do acampamento próximo do monte Felnarix (pelo q os aarakocra foram gratos), mas descobriram que toda a operação era financiada por um "Lorde" de uma cidade chamada Pontyrel - uma das três mais importantes do Ducado de Urnst (o reino onde vcs estão agora).

    No post damos mais detalhes sobre isso.

    A respeito da discussão sobre o Crusader, bem, eu já terminei de ler o Tome of Battle. Realmente, o livro já apresenta os sinais de videogamização que a 4ª Edição confirmou - o que não me agrada.

    A comparação entre o Crusader e as demais classes do Livro do Jogador revela de forma absolutamente clara que a classe do Tome of Battle é mais forte (quero dizer, goza de mais habilidades para serem usadas do que outras, proporcionalmente). Mas isso não é necessariamente um problema e houver uma contrapartida. E essa contrapartida deve ser, na minha opinião, justamente os aspectos de interpretação da classe.

    Assim como o Paladino, o Crusader deve ter seríssimas restrições comportamentais, algo como um código de conduta próprio, ao qual se fia em nome de uma causa qualquer. Importa que a causa esteja bem definida e o código também. Adotar um deus patrono facilita esse processo e ajuda o Pj a se "encontrar" no mundo de campanha, mas isso não é um "must".

    Em relação ao Dyuss, acredito que o problema seja exatamente este. Ele precisa demonstrar essa devoção ou apego ao seu código, que, aliás, precisa ser de alguma forma definido. Infelizmente, o processo de criação foi invertido, pois entendo que primeiro seria necessário ter a postura e, depois, a classe. Mas neste caso, precisaremos fazer o contrário, criar um código para um Pj que já tem a classe. Mas isso faz parte também.

    O mais importante (agora falando com o Diego, mas isso serve para todos) é que o processo de criação e desenvolvimento dos personagens deve ser o mais orgânico o possível. Ademais, eu sempre preferi campanhas low-power e low-fantasy, por isso o nosso cenário de campanha é Greyhawk e não Forgotten Realms ou Eberron. Portanto, não considero necessárias tentativas de "esquematizar" o grupo de fora pra dentro.

    Então, não peguem classes, talentos ou qualquer coisa só pq o grupo precisa ou simplesmente pq "meu pj ficará mais forte" se isso não tiver coesão dentro da interpretação do jogo. É claro que estes elementos são fundamentais para a diversão de todos, mas não é o principal ou únio critério de escolha.

    Em suma, a classe do Crusader é muito interessante (e forte), mas sua contrapartida tem que estar presente no jogo (na interpretação). Se isto não ocorrer, é simples, ele perde as habilidades - assim como um paladino perde se deixar de seguir seu código de conduta ou um clérigo que viola os preceitos e ideais de sua fé.

    Só mais uma coisa: eu não planejei a morte da Beatrice nem do Miro, mas elas foram "boas" pra mostrar que Pj tb morre (e não só orcs e goblins)... ehehehhehe

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  11. Planejou sim, vc é evil e não suporta meus personagens caóticos...por isso o proximo vai ser lawful! =P

    eu nem vou ler esse tome of battle ai...god of war eu jogo no ps2...mas não tenho nada contra alguem jogar com as classes vindas dele. mesmo gostando de coisas fantasticas e prefiro as coisas fantasticas old school, ou seja, mais tradicionais a 109810981 dragões e itens magicos e poderes ultra fo%&s, meu unico lance é com o status do personagem diante do senário e do grupo que eu jogo. "status OWN's"
    bjundas

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