Mudanças na Campanha

Infelizmente estamos hoje numa conjuntura muito ruim em relação ao nosso jogo.

Algumas situações ocorridas no último final de semana de jogo (em que não estivemos online) provocaram o Bernardo a me pedir que tomasse alguma atitude pra "salvar" o nosso RPG, que está naufragando de desânimo com a ida do Cacá pro ES e com a morte do Pietro.

Não dá pra deixar de tocar no assunto. Esse silêncio sepulcral sobre a forma como cada um foi impactado pelo acidente do Pietro e como isso afetou nossa rotina já foi um pouco longe demais. Eu não vou invadir a esfera de privacidade de cada um e provocar uma discussão sobre o tema aqui no blog, mas é certo que é muito tímida a forma como vimos nos manifestando sobre os silêncios incômodos que surgem na mesa e a inquietude das cadeiras vazias que nos cercam a cada sessão.

A bem da verdade é bom que se diga que desde que o Cacá foi morar longe já se abateu um certo desânimo, em grande parte refletido pela moderada campanha que conduzimos em Kalamar (a única longa e consistente o bastante para ser considerada entre a ida do Cacá e o falecimento do Pietro). Digo moderada porque ela já não foi tão rica em diversão como antes. A situação, contudo, ainda se mostrou suportável e houve momentos bons, certamente.

A morte prematura do Pietro, no entanto, solapou de vez as estruturas do grupo. Nós, que já tivemos quase 7 jogadores regulares na mesa (fora os coadjuvantes que nos brindavam com visitas esporádicas, como o Roberto e o André) fomos reduzidos a 3 jogadores. Se somarmos a isto o fato de que o Bernardo tem podido subir para Friburgo poucas vezes, ficamos com o irrisório número de 2 jogadores. Destes dois, um só pode jogar 50% das sessões de jogo. Ou seja, temos 1,5 jogadores fixos na mesa (se me permitem a matemática ridícula).

É claro que tomamos algumas providências, como introduzir alguma modernidade ao jogo, incluindo o Diego (direto de Paris) e reintroduzindo o Cacá (de Vitória-ES) na mesa através do Skype e do MSN. Mas isso não se provou o bastante para resgatar o grupo do ostracismo.

Embora este implemento seja um grande add-on ao nosso jogo, com a possibilidade de integrar amigos distantes, não é o suficiente para suprir a ausência física de jogadores. Por mais que nos esforcemos, a experiência já demonstrou que um jogador online não consegue ser tão participativo quanto um jogador na mesa, simplesmente porque a experiência virtual ainda não é capaz de reproduzir o contato humano com tanta perfeição – as conversas ficam picadas por um áudio intermitente devido às oscilações na banda da conexão, o microfone não tem uma captação de ambiente satisfatória e, com isso, a interpretação sofre.

A solução? Incluir novos jogadores, é claro.

A primeira questão que surge desta constatação é o problema da escolha. Quem serão os novos jogadores? Não é fácil responder a esta pergunta, simplesmente porque não há jogadores de RPG dando bobeira por aí, especialmente do tipo que procuramos.

O mais importante é que esse(a) novo(a) sujeito(a) tenha comprometimento com o RPG como o que o Pietro ou o Cacá tinham quando estavam aqui na cidade. Não é que o cara não possa fazer OUTRA coisa da vida, mas o RPG é um compromisso também, tão relevante quanto outro qualquer. Se o Fulano, p. ex., quiser colocar o ‘camping selvagem’ dele ou o ‘futebol’ na frente do RPG, eu vou sumariamente tirá-lo da mesa – isso é bom que fique claro. Eu já fui muito mais severo com estas questões – pelo que já me arrependi em outros momentos da vida, mas não agora.

Cada um faz o que quer da vida, entenderam? Eu não estou reclamando de ninguém que já faça parte do grupo há mais tempo, porque por esses jogadores eu já tenho um carinho diferente, pois não os conheci ontem. Mas a outros (terceiros) que venham a integrar a mesa em breve (ou que tenham integrado recentemente), não vou admitir uma postura que revele falta de comprometimento – simplesmente porque disso não precisamos.

Considero muito importante que fique claro o que é o RPG.

RPG não é religião, não é uma seita, nem nada do gênero. Nada que vicie ou crie dependência química ou psicológica em sujeitos equilibrados ou ditos “normais”.

O RPG é pra mim um hobby. É o que eu faço com o meu tempo livre, é objeto de investimento emocional, intelectual e financeiro meu desde os 10 anos de idade. Jogo porque quero, porque me divirto com essa atividade lúdica e cultural e porque este é um ótimo pretexto para reunir amigos para nos divertirmos juntos.

Então, não dá pra compartilhar isso com "amadores", gente que tá ali só pra passar tempo enquanto não surge nada melhor pra fazer. Porque quando eu estou na mesa eu estou fazendo o melhor que eu poderia fazer com meu tempo livre, e fico muito feliz com isso. Se as pessoas ao meu redor não sentem dessa forma, então isso me afeta e eu não gosto, porque começo a sentir que deveria estar fazendo outra coisa com o meu tempo livre. Eu não quero (mais) pessoas assim na mesa, pois já decidi, pra mim mesmo, que se for pra dispor de um dia inteiro livre para sentar-me à mesa com gente que encara aquilo assim como um simples passatempo, então prefiro ficar em casa e jogar videogame.

Como já disse, não é uma questão de dizer “ah, você TEM que jogar RPG tal dia” ou “não posso fazer outra coisa com meu tempo livre senão somente jogar RPG”. Nada disso. É claro que haverá muitas vezes em que existirá outra coisa melhor pra se fazer. Porém, se na lista de “coisas que eu quero fazer com meu tempo livre” tiver muitos itens acima do RPG, então você é um amador apenas e para ocupar o espaço deixado pelo Pietro e pelo Cacá você precisa ser algo muito melhor do que apenas um amador.

Neste sentido, retomando o ponto que abordei nos parágrafos iniciais, é preciso que os novos jogadores estejam à altura de seus predecessores. Não preciso nem dizer que não se trata de um substituto ao Pietro ou ao Cacá. Este último não precisa de um, ele está bem vivo e joga conosco online, mas o primeiro realmente se foi e não tem mais volta. Ainda me abalo muito quando penso na inevitabilidade e inexorabilidade deste fato, mas não adianta lutar contra, pois as coisas são como são. A morte do Pietro é um fato indiscutível e sua ausência insanável e eu como homem não estava e não estou pronto para aceitá-la tranquilamente. Obviamente, então, não estamos aqui falando de um substituto dele, pois ele é insubstituível naquilo que o definia como tal, mas de alguém que ocupe o lugar vazio à mesa.

É bom então que todos pensem e repensem suas participações na mesa e vejam se é possível ter comprometimento com o RPG de todo final de semana (praticamente sabático). Eu, inclusive, já fiz este exercício e me questionei se tinha saco para retomar o ânimo com o hobby, tanto no que tange ao investimento em material de jogo (livros, miniaturas e etc.) quanto em investimento de tempo e intelecto. Concluí que vale à pena me esmerar mais em retomar aquele ritmo e densidade de jogo e concluí também que eu mesmo tenho sido de uma forma ou de outra responsável pelo desânimo que paira sobre o grupo. Quero aquela animação de volta, aquele “sentimento” de grupo unido novamente, mas não movo uma palha se não houver comprometimento da maioria (pelo menos).

Escolher novos jogadores passa necessariamente por isto.

Feitas essas considerações, passo a outro aspecto importante sobre o assunto: o impacto dessa história toda na campanha (papo in game agora).

A questão que se impõe é que, com as mortes do Miro e da Beatrice e com a entrada do personagem do Vinícius, temos dois novos PJs que caíram de paraquedas no grupo (e mais um terceiro, do Cacá, quando ele voltar a jogar online conosco – já que atualmente anda meio ausente). Se entrarem mais um ou dois jogadores (este último o número que considero ideal) teremos pelo menos 3 ou 4 novos personagens no grupo.

Se estivéssemos diante de uma troca paulatina de personagens ou se o grupo principal estivesse por volta do 10º nível, o impacto de tais mudanças seria amenizado pela solidez da party. Todavia, não obstante essas mudanças estejam ocorrendo em um curtíssimo espaço de tempo, o grupo também está em níveis baixos.

Desta forma, tenho sido levado a crer que para ajustar melhor os personagens e os jogadores ao novo momento que, espero, será implementado logo, fazer algumas adaptações e modificações “de fora para dentro” mostra-se necessário.

Para ser bem claro, meu plano é dar uma espécie de reset na campanha. Na prática isso significa que faremos uma pausa na história para nos permitir modificar alguma coisa nos backgrounds dos personagens, bem como nas suas fichas. Vou aproveitar o momento para designar novas regras da casa e delimitar o uso de certos materiais de jogo. Tudo sem prejuízo do que já foi feito por vocês.

Ainda estou pensando sobre quais modificações adotarei neste sentido. A mais certa de todas é que passará a valer, novamente, a regra de que somente será admitido material da edição 3.0 de D&D com a chancela da Wizards of the Coast e da marca Dungeons and Dragons. Antes que isso cause reclames, vale ressaltar mais uma vez que NADA do que já foi feito será perdido ou modificado. Assim, o Camaban continuará com a progressão de seu companheiro animal da 3.5 e o Dyuss poderá continuar progredindo como Crusader (do Tome of Battle da 3.5) se desejar.

Este é apenas um exemplo de providência que irei tomar, quase certamente, em termos de regras.

No que tange à campanha propriamente dita, o reset também ocorrerá, ressalvando de novo que valerá a regra de que nada do que foi jogado até agora será perdido. O que pretendo fazer é tratar a campanha como se fosse nova (embora tecnicamente seja a mesma campanha), talvez até escolhendo um novo ponto de partida para ela. Contudo, independente do ponto de partida adotado, absolutamente nada do que já foi jogado será perdido – seja em termos de XP ou em termos de história. Apenas vou me dar o direito de utilizar a história que foi jogada até o momento como uma espécie de background do grupo, de maneira que poderemos fazer algumas modificações que julgarmos necessárias. Acredito que com estas modificações encontraremos aquele cimentinho que une os personagens, então teremos pulado esta etapa “chata” de unir o grupo e etc (principalmente em relação aos novos personagens do Bruno e Cacá).

Obviamente, este é o melhor momento para quem pensa em modificar ligeiramente seu personagem, pois como a história jogada até agora se tornará um tipo de prelúdio para a continuação da campanha, a coesão do binômio regra/aventura fica um pouco mitigado em detrimento da história. Assim, modificar um pouco o personagem não chegará a afetar negativamente a verossimilhança da campanha porque poderemos mexer como quisermos na história do prelúdio.

Este também é o melhor momento para quem deseja trocar de personagem totalmente. Isso também será permitido. Só não será permitido, via de regra, que os personagens já existentes sejam alterados drasticamente (p. ex., de repente o Arthurius vira um Druida/Mago). Quem criar novos personagens iniciará no 3º nível, junto com personagens de nível mais elevado (Camaban e Arthurius, a menos que Robinho e Bernardo desistam desses Pjs, o que não acredito que vá acontecer). Quem decidir permanecer com os mesmos Pjs ficará com a mesma XP/Nível com que esta campanha se encerrar para dar lugar à nova.

Vale dizer que é provável que tenhamos mais uma, duas ou até três sessões até que possamos começar a falar em, efetivamente, implementar estes planos todos. Esse tempo (de uma até quatro semanas) é o que considero como mínimo e máximo necessários (e desejados) para que tudo se ajuste.

Em síntese, era sobre isso que queria falar. Dentro em breve publicarei aqui no blog as diretrizes básicas da “nova” campanha e “anunciarei” novos jogadores. Nesta oportunidade ratificarei ou retificarei as modificações previstas aqui, bem como anunciarei coisas novas.

Espero que este texto sirva para motivá-los a participar mais e a se interessarem mais pela NOSSA campanha. Convido todos para participar desse “movimento” de resgate dos velhos tempos e, neste diapasão, também no esforço para encontrar novos jogadores e oferecer sugestões construtivas.

Abraços a todos!

Comentários

  1. Bem, eu não jogo há muito tempo com vocês, não participei da antiga campanha em Greyhawk (que pareceu ser muito boa, realmente), mas, no que tange à campanha de Kalamar, eu gostava bastante dela... É claro que tivemos momentos não tão bons, especialmente logo após o massacre do grupo, em que apenas o Beren sobreviveu e levou-se um tempo para a integração dos novos personagens, mas esse tipo de coisa acontece, é normal... Porém, em razão do acidente, não havia como mantê-la, não seria confortável para nenhum de nós...

    A campanha atual ainda não engrenou, concordo, e os motivos me parecem ser justamente estes que você colocou. Infelizmente, o jogo online não substitui o jogo in loco com a mesma qualidade (como conversamos há alguns posts atrás) e a ausência física de jogadores tem atrapalhado bastante, pois a impossibilidade do Bruno ou minha já inviabiliza a sessão, eis que o Bogus tem subido cada vez menos...

    O Mario já havia falado comigo há alguns meses atrás sobre a necessidade de conseguir novos jogadores, mas eu, infelizmente, não possuo muitas opções... A maioria dos meus amigos rpgistas, especialmente aqueles que jogam/jogaram d&d, se encontram morando em outras cidades, e os que ainda moram em Friburgo têm horários difíceis e não sei se poderíamos contar com eles na frequência desejada. Até pretendo falar com um deles, mas acho muito difícil que ele possa jogar, como já falei com o Mario...

    Quanto à restrição à 3.0, não vejo problema e acho que pode facilitar as coisas sim, eis que diminui em muito o número de livros e evita-se confusões e incongruências (o que leva àquele email que te enviei a respeito da prestige, Mario... talvez seja melhor não misturar as regras, né?)... Embora eu, pessoalmente, prefira a 3.5 (o básico, não sou um vidrado em regras e não conheço a maioria dos suplementos, então estou me referindo apenas aos livros báscios), que considero mais equilibrada, entendo os motivos pelos quais você prefere a 3.0 e acho que sempre é possível um eventual uso de algo da 3.5, desde que previamente autorizado e em casos especiais.

    Agora, uma dúvida: você pretende "terminar" a atual quest do grupo com esses novos jogadores, justamente para já encaixá-los de antemão?

    Quanto a eventuais mudanças no personagem, podemos conversar depois...

    abs

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  2. Talvez eu tenha soado um pouco dramático demais no começo do post. Não era essa a intenção.

    Vamos aos esclarecimentos.

    1º) Eu não reclamo da campanha que tivemos em Kalamar não. Acho que ela foi até certo ponto muito bem sucedida se consideramos que o cenário era TOTALMENTE novo para todos e inclusive para MIM (o que reduzia em muito a capacidade de improvisação e interpretação de todos) e que Kalamar embora possa ser considerado um cenário consistente, não é, por outro lado, divertido o suficiente por si só - talvez porque não evoque o espírito de aventura tanto quanto outros cenários clássicos (mas isso tb não é nada que futuramente não possamos testar de novo).

    Contudo, sei também que essa campanha de Kalamar não foi tão divertida quanto aquela clássica de Greyhawk, de que tanto falamos.

    Outro FATO é que eu não sei medir se as coisas estão indo bem ou mal. Isso SEMPRE foi assim. Se os jogadores não oferecerem um feedback sobre o que estão achando da história e da campanha como um todo eu fico sem saber se estamos trilhando um caminho bom. Eu perguntava mais antigamente e, inclusive, antes de encerrar a sessão, fazia uma "sessão" de bate papo sobre a aventura, pra sentir como todos estavam se sentindo. De uns tempos pra cá parei com isso, mas acho que devo retomar esse hábito.

    Então, na campanha de Kalamar fiquei sem saber, em muitos momentos, se vocês estavam achando empolgante ou não. O fato de jogamos esporadicamente (e isso acontecia muito naquela campanha por eu viajava muito para Niterói) só ajudou a piorar isso.

    Uma idéia que me ocorreu agora é que talvez eu ACHE que aquela campanha de Greyhawk foi espetacular porque era muito divertido chegar na casa do Bruno e encontrar 6 ou 7 camaradas animados pra jogar. Entende? Tipo, o clima era modificado pelo simples falatório dos jogadores. Po, ultimamente EU é que tenho falado pra caralho nas sessões. E não é porque vocês são calados, é porque tem gente de menos mesmo.

    Ainda que o Bruno e o Bernardo estivessem aqui sempre, 3 jogadores ainda é abaixo do número ideal (de 4 a 5 jogadores).

    Então, talvez em termos de história a campanha de Kalamar não tenha sido tão pior assim, nem em termos de personagens. Talvez eu apenas tenha ficado com uma impressão pior porque jogamos só de 15 em 15 dias e com menos uma porção de jogadores, em especial o Cacá - que fez mta falta.

    Sei lá, foi algo que me ocorreu agora só...

    2º) Pretendo terminar a atual quest sim. Se será com os novos jogadores ou não dependerá de quando eles ingressarem no grupo. Se, para a próxima sessão tivermos jogadores novos, eles já serão introduzidos provavelmente, até como forma de aclimata-los ao grupo.

    Eu já tenho pensado no final desta quest e de uma forma ou de outra ela terá um desfecho que servirá de plot para o começo da próxima campanha. Então, vamos ver COMO as coisas são se desenrolar e aí decido a forma exata como isso vai acontecer.

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  4. Caraleow, tenho um monde de coisa pra falar! Vamos la:
    1- Eu nunca consegui jogar com vcs nos tempos aureos, e me arrependo, mas tenho me disposto a jogar agora pelos motivos que o Mario falou (eu gosto, me divirto, invistoenergia nisto e tenho retorno) e ainda pelo fato de que é uma maneira de ter contato com meus amigos brasileiros, com piadas brasileiras, com o 'calor' (parada gay essa) que é um bate-papo em português. As vezes eu fico de saco cheio disso aqui e sinceramente tenho precisado das nossas sessoes, quase que como psicoterapia, para desafogar o cerebro.

    2- Eh muito desconfortavel pra mim jogar pela net, nunca fui jogador de ficar calado, de ficar com PJ de segunda. Eu sempre falei, tomei iniciativa e tal. To me esforçando pra jogar assim mas saibam que as vezes desanima (mas como é necessidade, follllllda-se). Entao, eu vou continuar me empenhando, o quanto der, mas realmente nao consigo fazer uma sessao render mais do que um jogador de corpo presente.

    3- Vou ver com meu irmao que mora em friburgo se ele nao conhece ninguem por ae que se interesse. INFELIZMENTE ele tem muita coisa aos sabados, faz teatro e tal, entao nao pode jogar, ele seria um otimo reforço. Mas vai ver ele tem algum amigo (mais novo que nos com certeza) que esteja afim. Soh nao garanto a procedência (essa juventude de hoje em dia...)

    4- Sobre o pseudo-reset dos personagens, um pouco de meta-game ae, posso trocar a ordem dos niveis do Dyuss? De guerreiro1/Crusader 1 pra Crusader1/guerreiro 1 (sem pugilist nesse caso, perco o dado de dano de d4 pra d3, mas td bem, tem nexo) Porque altera relativamente pouco na historia (na verdade fica até legal, se eu incluir esse lado divino desde o inicio e retira-lo quando ele eh preso, pela raiva que ele narrou pro gerdrant uma vez, retomando os poderes apos as revelaçoes de brokeback mountain) e de quebra me da muitas, muitas, pericias a mais (20 pontos, e eu tinha 8...) eo PJ fica mais flexivel, antes ele nao sabia fazer nada a nao ser bater bater bater.

    5- Vou pensando nas outras questoes

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  5. Ahm, vamos por partes.

    Antes de tudo, é importante que fique claro que eu estou satisfeito com o que temos no grupo hoje. Quero dizer que estou feliz com a participação de vocês (tirando certos elementos faltosos) e sei que todo mundo tá fazendo o possível pra colaborar com o desenvolvimento do jogo e etc. SE eu não estivesse satisfeito iria rasgar essa campanha e joga-la fora pra começar outra.

    To dizendo isso porque a insatisfação é porque quero mais jogadores na mesa, e não porque a qualidade dos que já temos está ruim. Nada disso.

    Aliás, a iniciativa do Robinho e do Diego e colocar as biografias no blog é excelente e isso também me animou a tomar essas decisões, pois acho que todo mundo tem que se sentir motivado a fazer o mesmo. O Bernardo também vinha escrevendo os diários do personagem dele e etc. Isso tudo colabora para termos uma densidade interpretativa maior.

    Sobre os "novos" jogadores, já estou em contato com 2 potenciais (e há um terceiro eventual, que pode se concretizar). Um desses é mais certo do que os outros. De toda forma, quem puder contatar amigos e conseguir novos jogadores, bem, isso sempre será bemvindo.

    Mesmo que no princípio tenhamos uma mesa cheia demais, é bom que tenhamos um "celeiro" vasto mesmo, primeiro pq fazemos contato com gente nova e segundo pq de 3 ou 4 novos players, apenas 1 ou 2 se firmam no grupo. Há muitas questões envolvidas, como a adaptação do jogador ao estilo da mesa e etc.

    De todo jeito serei receptivo.

    Sobre a inversão das classes do Dyuss. Por mim tudo bem. Aliás, já ia sugerir que retirasse essa classe do Pugilist mesmo e colocasse guerreiro no lugar. Acho bom também que vc se ocupe de definir a religião e/ou ideologia ou código do seu Crusader.

    O Bernardo sabe bem como eu ERA com esse lance de personagens religiosos. Em uma palavra: pouco leniente. Se não houver uma demonstração de devoção a algum código, doutrina, religião, ou seja lá o que for que guie o seu personagem e justifique os poderes divinos dele, então seu PJ poderá querer usar algum poder e NÃO vai conseguir

    "ôôôôôôôôôôôô o mestre ruim voltooooouuu!!!"

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  6. QUE MERDA!!!!! ESCREVI PRA CARALHO E A PORRA DO COMENTÁRIO SUMIU!!!!! AHHHHHHHH!!!

    Bem, vou fazer um resumo então:

    1- Eu gostava da campanha em Kalamar, pois a achei muito orgânica, sem forçações, e a história estava muito boa (na minha opinião, ao menos)...

    2 - Acho difícil voltarmos a ter as mesmas sensações de outros tempos... Hoje temos muitíssimas outras preocupações e não podemos nos dedicar tanto quanto antes, além de jogarmos com frequência muito menor, o que interfere, também, na imersão do jogo... Mas isso não significa que o jogo esteja ruim; nós é que estamos diferentes...

    3 - O restante, deixa pra lá, já cansei de escrever por hoje, rsrsrs...

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  7. Passei por isso também Robinho, perdi um comentario gigantesco outro dia.

    Respondendo ao Mario:

    Beleza, acho legal essa iniciativa de arrebanhar jogadores.

    Quanto ao Dyuss, eu vou dar uma procurada. Ele a principio nao tinha nada de divino, como eu falei, era até pra ele ser 'revoltadinho', mas eu achei legal botar essa pimenta nele, pra dificultar mesmo. Soh nao sei como vou adaptar a historia, porque se fosse pra ele ser paladino, tudo bem, seria mais facil, mas como eu tenho inumeras opçoes (afinal, ele eh caotico bom) de 'codigo e/ou divindade' acho que vou acabar fazendo uma coisa hibrida, ele segue mais os ensinamentos, os caminhos de uma divindade do que A divindade em si. Seria como um seguidor da Justiça por exemplo, nao importando qual deus do mundo pregue isso.
    Eu acredito que vai ser algo em torno de Pelor, Heironeus ou coisa do tipo. Gostaria até que vcs me ajudassem, porque nao os conheço.

    Qual seria o deus da jsutiça, se assim podemos dizer, e em caso de empate, qual um elfo escolheria?

    Abraços

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  8. O Deus da Justiça é justamente o Heironeous, mas ele é bom e leal... Como o Dyuss é caótico, talvez seja interessante escolher outro... Mas, como eu sou novo em Greyhawk e não tenho o costume de jogar com personagens divinos (salvo paladino e meu atual druida), não tenho como te dar outras opções... Mas acho que, para seguir um ideal de justiça, o ideal seria o personagem ser leal, não?

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  9. O Robinho tirou as palavras da minha boca. Justiça é com Leal e Bom mesmo, isso porque a justiça, em D&D, está muito ligada à lealdade - questão de mecânica de jogo mais do que de verdadeiro coerência. Mas tudo depende de como o personagem encara a justiça.

    Sinceramente, cada vez que eu leio essa classe no tome of battle eu me enojo mais. Acabei de dar outra visitada lá agora e quase vomitei no teclado.

    O crusader (pra não falar de outras classes do livro, que eu NÃO LI) é complemente incoerente.

    Toda a descrição da classe aponta para um personagem que tenha DISCIPLINA e DEVOÇÃO a um ideal ou religião. Contudo, segundo o livro, o Crusader pode ter QUALQUER TENDÊNCIA. Ou seja, diferentemente do Paladino ou do Monge, que também tem que ser disciplinados e devotados, um Crusader pode ter qualquer tendência (exceto neutro.. duh) e não precisa ser necessariamente LEAL como aquelas classes.

    Certamente esta aberração se deve à idéia de que deveriam existir "Crusaders" de várias religiões (caso contrário só divindades Leais poderiam ter Crusaders). Só que essa concepção é absurdamente estúpida.

    O livro chega a ressalvar que "normalmente" Crusaders são Leais em virtude da necessidade de se manter fiel a uma doutrina, código ou religião - mas restrição de tendência que é BOM, NADA!!!

    Cada vez fico mais convencido de que essa classe representa um dos sinais dos tempos de D&D como costumávamos conhecer: RPG de fantasia medieval, e não um Jogo de PC em forma de livro de alta fantasia.

    Aviso mais uma vez: não gostei do jeito da classe, desbalanceada demais. Dyuss que se prepare, porque estou baixando desde já as seguintes resoluções:

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  10. i) Antes de tudo, Crusaders terão de ser LEAIS agora. Na verdade, o único Crusader que jamais vai existir no grupo, porque o Dyuss será o primeiro e último até que a classe se prove mais interpretativa do que um banco de poderes divinos. Aliás, todo o comportamento do Dyuss até agora poderia ser perfeitamente enquadrável em um personagem Leal, afinal, ele se fidelizou o grupo como um sujeito compassivo e pronto para retribuir com lealdade a ajuda que deram pra ele em Gnarley.

    Tenho certeza que, diante de todos os fogos de artifício divinos que essa classe garante (e que mais nenhuma na 3.0 ou 3.5 dá) essa limitação de tendência representa uma perda mínima. Ademais, faz justiça (ironicamente) com o Paladino e com o Monge, que tem que se fuder pra ficar mantendo seu status "LEAL" pra justificar sua devoção num ideal enquanto o palhaço do Crusader não precisa nem coçar o saco.

    Então, doravante as restrições do Paladino se aplicam ao Crusader (que olhando melhor, mais parece um paladino muito melhorado). Inclui-se nesta ordem a restrição de multiclasse do paladino. Ou seja, o Crusader que deixe de ser Crusader não pode tornar a ganha níveis nesta classe.

    ii) Devoção a quê, cara pálida? Preciso de uma definição já!!! Quero um código do que ele pode ou não pode fazer.

    iii) Descumprir o código = perdeu os poderes. Ah... a notificação de perda de poderes não chega por correio com aviso de recebimento não tá? Qdo vc mais precisar dos poderes eles vão falhar sem aviso prévio.

    O critério para avaliar se o código está sendo cumprido será tão rígido quanto o número de vezes que vc apelar para os podereszinhos divinos do Crusader

    Em termos de medidas é só isso por enquanto. Aliás, muito disso aí, guardadas as proporções, vale para paladinos (oh, um aviso para o mestre cuidar do Gerdrant) e clérigos tb.

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  11. Agora, tem mais uma coisa tb, que vou falar porque já incorporei meu espírito de mestre chato de novo, pelo bem e pelo sucesso da campanha...

    É IMPRESSIONANTE como o Crusader NÃO se encaixa no Dyuss!!! O descrição da classe diz que o cara geralmente é leal (o Dyuss não é), que raramente são elfos (o Dyuss é elfo), que seus golpes e ataques são inspirados divinamente graças a uma devoção quase paladínica (Dyuss demonstrou, seja no background ou na mesa alguma devoção paladínica?), para ganhar seus poderes o Crusader precisa ora 5 min (alguém já viu ou ouviu o Dyuss orando, eu digo, ORANDO=REZANDO), a descrição diz que Crusaders na sua maioria são bons líderes pq são carismáticos (o carisma é o MENOR atributo do Dyuss, 9).

    Este último ponto leva inclusive a uma OUTRA questão que é o fato de que vc, Diego, deve se controlar para "não" exercer liderança no grupo - pois seu Pj é um inábil neste quesito. Qto a isso acho que é uma preocupação "menor", pois o Skype já ajuda a impedir qlq pretensão sua de exercer essa liderança (já falamos sobre isso no blog).

    A ÚNICA coisa que vi no Crusader que se encaixa no Dyuss é que, de acordo com a descrição da classe, ele pode ser desde um cavaleiro devoto até um "instrumento de vingança".

    A meu ver, com base no background do Dyuss no que ele efetivamente demonstrou na mesa, só a sede de vingança poderia fazer do Dyuss um Crusader - que lutaria em causa própria e que seria, em última análise, LEAL a este sentimento, sendo a única coisa que realmente lhe importa conseguir na vida.

    Como a vingança nunca é plena, mata a alma e envenena, e considerando que venenos são ardis atípicos em personagens Leais e Bons, sugeriria uma tendência Leal e Neutro para o Dyuss... ahahahaha...

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  12. Já antecipo resposta aos reclames (do plim-plim? nah):

    Não é perseguição, ninguém vai MORRER pq eu não gosto do Crusader (embora seja aconselhável especial cuidado... ehehehe).

    Exijo apenas coesão na sistemática do jogo. Tudo tem prós e contras. O Crusader só tinha prós. Adicionei alguns "contras".

    COMO daremos uma reset na campanha, há espaço para modificar "coisas" no background dos personagens e na ficha dos mesmos. Então, sugestões podem ser postas em pauta para adaptar melhor o Crusader à campanha e ao grupo, aplacando assim a fúria do Mestre (risada malígna).

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    Sobre o Camabam, bem já separei aqui uma listinha de provérbios "verdes" para serem usados na mesa de modo a enfatizar o seu lado natureba (o único lado dele até agora) - lembrando que já tenho no PC uma listinha de ervas medicinais q tb podem ser úteis para melhorar a interpretação do druida.

    Sugeriria que vc, Robinho, desse uma passadinha nos livros do Bernard Cornwell e tomasse nota de alguns rituais, ditados ou "estórias" que o druida dele poderia reproduzir na mesa pra dar esse "tchan" místico e "divino" no personagem.

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    Ao Bogus, sugiro umas aulas de canto e quem sabe um pacote de hormônios femininos pra dar uma afinada da voz e torná-la mais suave e lírica, de modo que possa, assim, interpretar o bardo melhor, cantando para alegrar a mesa... ahuahuahuahuhua... seria preciso também tirar o ovo da boca para que o personagem soasse inteligível.

    Nah... sacanagem... vc, Bogus, deve providenciar uma foto urgente do seu Pj e uma bio pra colocar no blog. ATUALIZAR os diários do arthurius tb seria uma BOA idéia (mas isso daí eu sei que é mais complicado).

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    O Ryei é novo... o Bruno não jogou muito com ele, então não dá pra fazer muitos comentários. Além do que, ele já tem foto e talz. Talvez uma breve Bio no blog ajudasse.

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    Estou pensando em coisas "diferentes" aqui para as próximas sessões.

    Para mais novidades: aguardem!

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  13. Ah... não sei se foi por isso, mas as postagens tem um limite cabalístico de 4.096 caracteres. Tive que dividir o meu posto em vários, como vcs viram, por causa disso.

    Sugestão: BLOCO DE NOTAS + Ctrl+C e Crtl+V.

    Abraços!

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  14. Coff coff, oh sabio e honoravel mestre.Durante meu banho ontem eu acabei me dando conta de diversas coisas, algumas das quais estao de acordo com seus ultimos posts, outras nao.

    1- O dyuss realmente nao tem cara de crusader, nao a principio. Como te falei, essa classe nao ia entrar no personagem, mas a ideia de usar um ideal proprio me pareceu legal, e era ai que eu queria investir, mas como jah deu muita dor de cabeça e ela é realmente apelona, eu sugiro q vc que a gente tire ela fora do jogo entao.
    Eu nao me importo de fazer isso, acho que vc ta desconfortavel com essa parada desde o inicio e aceitou mais como amizade do que com coerencia propriamente dita. Eu ia aproveitar o reset pra propor, mas hesitei e agora vendo como vc ta (pobrezinho), eu acho melhor a gente tirar mesmo.

    Por mais que vc venha, se eu bem conheço, com o papo paladinico-leal-bom do "Nao! Crusader fica! Eu dei minha palavra! Vc nao precisa mudar!", cara relaxa, porque isso nao vai me incomodar nao. Prefiro muito mais que vc se sinta confortavel em mestrar do que que meu personagem possa fazer macacagens divinas soh pq eu quero (afinal, nao consegui convencer NINGUEM de que era coerente, por n motivos, como a incrivel dificuldade de interpretar via wireless)

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  15. Entao, vou repensar o Dyuss. Talvez eu pegue um nivel de monge, ou va mesmo de guerreiro inteiro. Acredito que essas duas variaçoes nao te incomodem neh? Se eu por exemplo fizer monge1/guerreiro 1? Porque ae eu terei meu personagem ainda focado no ataque desarmado, com uma pimentinha 'leal' mas nao ao nivel de um paladino ou crusader. E vc vai ficar mais tranquilo.

    Eu nao tenho certeza porque to no trabalho e sem os livros, senao te diria direitinho. Jah joguei de monge antes e gostei (apesar das inuuuumeras fraquezas deles) mas meus niveis de guerreiro vao concertar essa titica.

    Um outro detalhe que quero perguntar faz tempo, eu vou continuar nivel 2, mas quem entrar no grupo vai entrar 3? Que parada eh essa, rapaz, desde que deus criou o mundo que jogador novo entra no nivel do mais baixo do grupo, senao todo mundo nascia com 112 anos de idade jah!

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  16. Sobre o Crusader, vc tb tirou as palavras da minha boca. Não sou contra a permanência dele na party. Mas julgo ser importante estabelecer essas limitações. Por outro lado, vc precisaria modificar alguma coisa no Dyuss pra ele se enquadrar mais no Crusader.

    Maaaas, se vc não quer mais ser um por "n" motivos, tchudo bem. Acho até melhor mesmo.

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  17. Deve ser essa limitação de caracteres que ferrou com o meu post então... Só que eu não percebi que não tinha ido e fechei a janela...

    Quanto às pesquisas, eu estou bem enrolado no momento, não só pelo trabalho mas também por problemas pessoais (que você já sabe em parte), porém, me comprometo a procurar alguma coisa depois...

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  18. Opá!!
    olha eu aqui!!
    depois de 17 posts eu vou comentar algo, só agora que tive tempo><.
    bom crianças é óbivio que eu faço falta nesse lugar ai eu sei disse pq into falta de estar ai na mesma intensidade, o pietro tmb faz falta pra todos nós, o rpg é a nossa diversão a séculos desde os tempos mais primórdios nós jogamos isso sabe lá Deus quantas vezes nós sentamos na cadeira envolta de uma mesa e bebemos suco de cajú quente. também é óbvio que agente nunca vai jogar na mesma intensidade que, e jogavamos a 4 ou 5 anos atráz, o fato de alguns estarem trabalhando, namorando, sendo responsavel tomando conta da vida, enfim, algumas obrigações não permitem estarmos sempre jogando, o meu caso é um pouco diferente eu me mudei pra outra cidade e abandonei tudo o que gosto por conta de um ideial que eu nem mesmo sei se vale a pena seguir mas paguei pra ver e agora não tem volta. Já falei pro mario que eu abro mão do hoby que desenvolvi aqui que é o card game, VTES ou Jyhad ou simplesmente Vampire como é conhecido pra passar a tarde na frente do meu pc jogando com vcs, pe meio estranho jogar on-ne mas é algo que da pra acostuma principalmente se eu puder ter meu sagrado rpgzinho de sabado devolta, já criei meu personagem novo o backgroud dele ta na minha cabeça vai ser um Barbaro uma classe que nunca joguei vai ser um exp nova pra mim. qaunto a restrição de esdições acho q a liberção de algum material da 3.5 seja legal a 3.5 permitiu um maior desenvolvimento do persoagem, fica mais facil interpretar um personagem quando vc diminiu a quantidade de seguimentos que a classe segue.
    sem mais delongas crianças
    bjundas.
    PS: vcs estãoe esquecendo de marcar a opção de enviar o comentário por e-mail.

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  19. oh claro gostaria de adiantar que da selva mais distante e perdita irá retornar um antigo jogador com disposição pra encarar novamente as maratonas sabáticas.

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  20. Opção de mandar o comentário por e-mail? Noss.. eu não lembro de ter visto isso... sério mesmo... rsrsrs. É uma ferramenta do Blogger? Pq o Subscribe que coloquei é só pra atualizar dos posts... (e nem é do blogger, mas do feedburner (q é do google tb... zona do kcete).

    Nós vamos tentar sempre viabilizar o jogo pra quem puder jogar online. Eu gosto de poder contar com o Cacá e com o Diego na mesa, mesmo que à distância. Então, apesar da experiência online ter se demonstrado bastante deficitária em relação àquela presença física, acho que vale á pena continuar investindo esforço nessa novidade. Infelizmente, porém, nem sempre será possível estar online durante a sessão (ou nem sempre isso será possível com a qualidade desejada). A minha preocupação é que vocês que jogam "online" às vezes percam uma tarde de sábado pra sentar na frente do PC e não consigam jogar. Isso seria mto frustrante pra todos, mas especialmente pra quem deixou de fazer outra coisa pra estar na mesa.

    Por essa razão, acho que a questão da presença dos jogadores "online" deve ser discutida mais profundamente. Acho que temos que conjuntamente criar uma "regra da casa" para ajudar a evitar essas frustrações - precisamos nos organizar melhor em termos de comunicação ANTES das sessões. Acredito que a constante participação de todos no blog contribuirá pra isso. Por outro lado, a exigência de freqüencia às sessões não pode ser igual pra quem mora em Friburgo e pra quem não mora - isso é algo que deve estar em mente tb.

    Robinho, relaxa qto às pesquisas pq como esse fds não teremos jogo (talvez só no próximo) vamos ter tempo para fazer tudo com calma.

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  21. Sobre o jogo propriamente dito, ainda não defini 100% das alterações passíveis de ocorrer.

    A questão das regras está bem encaminhada. Será essencialmente 3.0 mesmo. Material da 3.5 ou sem chancela da Wizards of the Coast (WotC) poderá ser autorizado mediante uma consulta prévia ao Mestre - simples assim. Sem choradeira... rs. As demais questões de "fora" do jogo já ficaram relativamente claras (questão do compromisso com o RPG, dos novos jogadores, etc, etc.).

    Sobre o aspecto de "dentro" do jogo, eu ainda estou mais pensativo. Talvez eu aproveite pra mudar o foco da campanha da região de Greyhawk/Furyondy para Nyrond/Aerdy. Há anos que desejo explorar mais aquela região, sem nunca ter obtido êxito.

    Por outro lado, os comentários do Robinho me reanimaram em relação à Kalamar tb. Estive observando os mapas, lendo algumas coisas no cenário e tive alguns lampejos de inspiração. Inclusive sobre como adptaríamos o background do grupo ao cenário e etc caso resolvesse mudar, mas não cheguei à conclusão nenhuma não.

    Eu to meio "assim", sabe? Sem saber o que fazer. Escolher um "sítio" pra campanha é algo extremamente importante para seu sucesso. Comprometer negativamente, nenhum cenário ou região compromete. Pra mim (que narro as aventuras) é mto uma questão de bater o olho no lugar e imaginar uma gama de locais interessantes, histórias bacanas e mistérios intrigantes para serem explorados no lugar. Então, a minha escolha acaba sendo sempre orgânica, ou seja, baseado naquilo que a região pode oferecer.

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  22. Qdo comprei o cenário Kingdoms of Kalamar, foi um pouco movido também pelo desejo que explorar coisas novas. Por 5 ou 6 anos (desde as primeiras aventuras sérias) exploramos o plot de Iuz, e devassamos a história de Furyondy, do Templo do Mal Elemental, da cidade de Greyhawk, da Tumba dos Horrores, dos Octychs de Tharizdun, do Livro Oculto de Vecna, do Crook of Rao, Egg of Coot em Backmoor, etc, etc.

    Em termos de World of Greyhawk ainda resta explorar mtas coisas ainda. Temos o plot de Ivid O Eterno (e toda a imensidão do Grande Reino), a Irmandade Escarlate, os Silenciosos de Keoland, os Magos do Valle, Vatun e os Bárbaros da península Thillorean.

    Só que todas essas novidades que ainda não foram batidas se encontram "longe" do eixo Furyondy/Greyhawk.

    Por outro lado, Kalamar representa um cenário INTEIRO para ser explorado. Eu já ponderei aqui que Kalamar não inspira tanto aventura qto Greyhawk, embora sera bastante consistente. Mas aí entra também a minha "porca" noção de como estão as coisas em termos de divertimento. A minha falta de "percepção", aliada ao momento que estava vivendo (faculdade de manhã [com monografia e tudo] + estágio à tarde + trabalho de noite) atrapalhou ainda mais o desenvolvimento do jogo. Pra mim a campanha de Kalamar foi mediana (não teve nenhum momento mto uim, que me lembre, mas teve alguns momentos mto bons) e o Robinho já disse que gostava.

    Pensando bem, eu até que gostei tb. Teve bastante coisa legal e os personagens eram interessantes tb (até o Pietro jogando de PADRE [PADREEEEEE] tava mandando mto bem). A história tava começando a ficar sólida e etc. Mas qdo iríamos começar a explorar plots próprios do cenário (como esses de Greyhawk que mencionei) deu aquela merda toda e a primeira providência era detonar com a campanha, pq seria simplesmente mto ruim continuá-la - não só por causa da perda do amigo (pq isso é seria [e é] sentido em qlq cenário ou campanha, seja velha ou nova), mas porque a história estava (naquele momento) centrada no Pj do Pietro. Logo, inviável transformá-lo no PdM.

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  23. Estou fazendo essas ponderações sobre a campanha de Kalamar para lembrá-los (a quem a jogou, inclusive eu mesmo [em um exercício insano de auto avaliação]) que NÃO pudemos explorar o potencial do cenário e de certa forma, julga-lo seria até um pouco errado (exceto pela questão dos nomes das cidades... que são ridículos mesmo... ahahahha... Kalokapeta é FOOODA... ahahahaha... mas isso é o de menos).

    Tudo isso pra dizer que estou "pensando" sobre esse assunto ainda e indeciso sobre o que fazer: manter o eixo Greyhawk/Furyondy, mudar pro eixo Nyrond/Aerdy ou retornar à Kingdoms of Kalamar (provavelmente num eixo Geanavue(Reanaaria)/Kalamar.

    Depois de escrever o post fiquei inclinado a tentar Kalamar de novo. Mas não sei. A vontade de explorar Nyrond/Aerdy é grande tb.

    Em termos de trabalho pra mim, será o mesmo. Menos trabalhoso, só ficando em Furyondy - mas isso to inclinado a não aceitar, pq já to meio sem idéias pra essa região.

    Bem, eu queria algumas opiniões de vocês. Esclareço que a decisão final é minha e que isso não é uma votação, MAS é claro que os argumentos de vcs serão importantes nesse processo e que a opinião de vcs conta mto. Não adianta tb apelar pra ufanismos Kalamarianos nem Greyhawkers nem nada. Uma coisa já ficou clara pra mim: o sucesso da campanha depende do nosso esforço em torná-la boa - qualquer cenário pode servir de pano de fundo, até "Ossenário" ahahahhahahahha

    Abraços!

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  24. OBS.: Qdo disse que ao escrever fiquei com uma inclinação para Kalamar, não significa NADA. Aliás, significa APENAS que ao escrever (ponderando) considerei que Kalamar é uma opção viável, porque é um cenário consistente tb.

    Logicamente, Greyhawk segue como primeira opção - porque não demandaria maiores modificações na história.

    Como disse anteriormente, a minha idéia (em permanecendo em Greyhawk, que é o mais provável) será deslocar o eixo para Nyrond/Aerdy - ou seja, vamos jogar do OUTRO lado do Nyr-Dyv.

    Para ser sincero, hoje as possibilidades são 80% Nyrond/Aerdy, 15% Furyondy/Greyhawk e apenas 5% Kalamar.

    Mudar o eixo para Nyrond/Aerdy será um passo interessante. Isso não impedirá que exploremos plots em Furyondy/Greyhawk (lado oeste do Nyr-Dyv) ou qualquer outro lado do cenário, mas como "base" o lado leste é minha opção.

    Chega de falar por agora... tá começando o treino da F1 (GP da China).

    Abrá!

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  25. todo mundo sabe que eu gosto de Greyhawk e ponto, o senário é simpatico isso todo mundo tem que concordar, o lance é acostumar com as regiões novas, cada uma exige um nivel de entendimento e interpretação totalmente diferentes, não é atoa q as campanhas que jogamos na região de furiondy forão mais duradouras, o reino é o lugar POP de Flanaess, pra mim talvez seja até mais pop q GH a cidade digo isso para os jogadores não para os personagens. Nós tentamos uma vez ou Três se não me engano jogar no grande reino, o problema é a grande mudança no ambiente da coisa, pq tava todo mundo acostumado com Furiondy e o povinho feliz e não com os NE (Neutro exausto) do grande reino, se for haver uma campanha nessa parte do mundo oq eu acho super bacana que comece por nyrond pra transição ser um pouco mais lenta.

    PS. se ficou meio embolado isso ai a culpa não é minha são 7 da manhã eu to escrevendo aqui pq acordei e não consegui dormir denovo.

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  26. Eu também acho que o que importa realmente são os personagens e a história... É claro que um bom cenário ajuda muito na criação da história (assim como no dos personagens, mas nem sempre o jogador está totalmente por dentro do cenário) e, por isso, acredito que você deva escolher o que for mais confortável para você...

    Em uma das últimas sessões, enquanto você fazia uma descrição do cenário pro sobrinho do Bruno, você chegou a comentar que tinha interesse em explorar a região de Nyrond; bem, essa é a oportunidade, rs... E ainda tem a facilidade de não serem necessárias grandes alterações no background dos personagens já existentes. Porém, o que você escolher está escolhido, sem choradeiras da minha parte, fique tranquilo, hehe...

    Sobre o comentário do Cacá acerca do Grande Reino, a campanha de Kalamar começou lá... Eu, Pietro e Bogus jogamos duas sessões no Grande Reino, se não me engano, e aí o Mario decidiu partir pra Kalamar e nós adaptamos os pcs pra lá (salvo Bogus, que criou outro)... No caso do meu personagem, o Beren, acho que ele funcionou melhor em Kalamar inclusive, até em razão da situação de guerra racial no reino da Brandobia, acho que ficou bem mais interessante...

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  27. eu lembro eu cheguei a participar dessa parte da campanha, eu tava jogando com um ranger eu acho
    foi até o mesmo infeliz q teve a tal da doença lá, Ithan lembrei o nome. Se não joguei com o ithan foi com outro no grande reino e mudei de char quando fomos pra kalamar, lembor q eu vinha de um lugar lá no cantão da brandobia perto das montanhas a se não me engano perto da unica passagem decente por terra para o mundo civilizado e as outras cidades, kalamar é legalzinho mas GH espanca!!!

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  28. O Ithan foi em Kalamar mesmo, você não chegou a jogar no Grande Reino, pelo que me lembre... Deve ter os resumos das sessões aqui no blog, por sinal...

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  29. Ithan foi em Kalamar.

    Essa semana, se der tempo até amanhã, publico aqui as novas regras e as modificações para próxima campanha.

    Queria discutir ainda alguns aspectos sobre regras alternativas e etc. Mas acho que não vamos ter tempo suficiente... então vou pensar aqui e ver o que faço!

    Abraços!!!

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