Terror na Montanha - 9º Ato

O grupo terminou de descer a encosta da montanha, até a base do vale.

O gigante havia caído no solo, com as pernas atadas pela corda de Gilles.

Gerdrant, ao chegar na base do vale, estava cambaleante e ofegante. Ele havia recebido a graça de Beory diretamente das mãos de Camaban.

"A onde está Miro? Ele não chegou até aqui!" O paladino indagou.

Os olhares se cruzaram. Miro não estava lá. Uma pedra o havia esmagado, o gigante o matou.

Gerdrant não pôde aceitar aquela notícia, mas Dyuss tentou convencê-lo:

"Gerdrant, não há o que possamos fazer. Eu mesmo verifiquei e Miro está morto, o seu estado é mais do que suficiente para se concluir pela morte dele. Todos estamos tristes, mas não há o que fazer."


"Não é possível. A graça de Heironeous e Mayaheine poderá salvá-lo. Nada é impossível para os deuses!"

"Eu sei Gerdrant, mas a graça de Beory já não foi o bastante. Receio que nada poderá ajudá-lo agora" Ponderou Dyuss.

Mesmo assim o paladino quis ir até o corpo de Miro.

O restante do grupo, exceto por Dyuss (que acompanhou o paladino), seguiu por uma trilha no fundo do vale sob o comando de Gilles.

Tudo o que Gerdrant pôde fazer foi realizar um breve ritual, com uma oração e o gesto simbólico de colocar uma moeda dourada na boca de Miro. O paladino ainda cortou as unhas de Miro e as guardou em sua algibeira.

Dyuss e Gerdrant desceram a montanha novamente, conversando sobre o ocorrido, para se reencontrar com o grupo se seguir com eles.

Gilles propôs seguir para a "casa" de uns amigos que vivem nas montanhas, já que o grupo está muito fragilizado. Os personagens concordaram com a idéia, e o grupo seguiu viagem até o tal local.

Só no dia seguinte os personagens descobriram que os amigos de Gilles são monges que vivem reclusos no alto das montanhas e que a "casa" deles, ou monastério, é uma construção bizarra que fica dependurada no alto da própria montanha, incrustada numa fenda gigantesca da pedra.

Neste local, o grupo conheceu Ryei, com quem Gilles teve uma breve conversa.

O jovem monge contou ao gnomo sobre a morte de seu mestre e levou o grupo para conhecer seu túmulo.

Ainda não houve tempo para conhecer o restante do monastério. O importante agora é que a viagem teve uma pausa providencial. Os personagens poderão descansar e comer a broa do mestre Salla, preparada pelos monges.

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