5º, 6º, 7º e 8º Atos - Terror na Montanha

Este é um breve e porco resumo dos eventos passados nas últimas sessões, elaborado para suprir o vácuo que surgiu neste blog depois que, por sucessivas oportunidades, o abestalhado do Bernardo (a.k.a Bogus)falhou com sua palavra de homem e NÃO atualizou o blog com os "Diários de Arthurius de Fochlucan".

Em resumo, portanto, ...

... o grupo chegou em Greyhawk depois de breve viagem. Por lá, Miro e Beatrice se juntaram aos seus colegas de universidade. O mago também se preocupou em resgatar a sua recompensa pela ajuda que deu no caso Burrbarr.

Camaban e Arthurius foram fazer uma visita ao círculo druídico que existe nas imediações da velha cidade. Lá, para sua surpresa, foram abordadods por uma dríade, que lhes contou sobre o choro e as lamentações dos Aarakokra. Parece que o povo alado está sofrendo turbações causadas por grifos, que estariam sendo prejudicados por ladrões de ovos!

Os dois personagens lógicamente se propuseram a ajudar a súplica da dríade, e decidiram rumar para o monte Felnarix, nas montanhas de Abbor-Alz, onde os Aarakokra vivem.

Não foi complicado para os defensores da natureza conseguir o apoio de Beatrice, Dyuss e Miro na empreitada. A maga demonstrou estar sempre disposta a buscar novas aventuras. Miro queria aproveitar a viagem para tentar encontrar seu irmão, que sumiu nas montanhas de Abbor-Alz quando buscava o "leite de cherde" (a essência de uma planta rara do deserto brilhante, muito valiosa e com reconhecidas propriedades medicinais).

A viagem começou já no dia seguinte, com o grupo seguindo pelas margens do rio Selintan e, depois, através da trilha do pântano das brumas até a fortaleza anã de Lagoa Cinzenta.

Nas imediações da fortaleza se juntou ao grupo o pequeno Gilles. O gnomo mostrou interesse em ajudar o grupo a atravessar a montanha pela passagem de Nariss, até pelo menos o reino anão de Dumadan, que fica do outro lado de Abbor-Alz, providencialmente próximo do monte Felnarix.

Deste modo, o grupo seguiu pelas montanhas.

Já no início da viagem, os personagens foram surpreendidos pelo ataque de uma gigantesca ave de rapina, o incrível Pássaro Roca. Não havia como travar um combate contra o adversário alado. O caminho perseguido pelos personagens era estreito e ninguém ali tinha asas para fazer frente ao inimigo.

Começou uma fuga louca pela encosta da montanha, porém Beatrice não conseguiu fugir. Foi alcançada pelo Roca. O druida tentou ajudar, usando a magia de constrição para deter a fuga do pássaro, mas isso acabou matando Beatrice, que serviu de cabo de guerra entre uma árvore (animada pela constrição)e a ave.

Consternados, os personagens fugiram para um abrigo na rocha, onde passaram a noite.

O dia seguinte trouxe consigo uma forte chuva, que perdurou por 18 horas.

O grupo acabou retomando a viagem, ultrapassando a marca de 21 quilômetros pelas enconstas sinuosas das colinas. Na tarde do último dia o grupo alcançou uma fortaleza arruinada na montanha.

Apesar de seu estado evidente, a fortaleza era habitada por bandoleiros, seis dos quais emboscaram o grupo. Contudo, os adversários não foram páreo para o poderio dos personagens, e foram rapidamente derrotados.

Quando mais bandoleiros deixavam a fortaleza para agredir o grupo, surgiram os temíveis gigantes de que os personagens tanto ouviram falar em sua breve estadia na Lagoa Cinzenta.

Percebendo que enfrentar os gigantes seria tolice, o grupo fugiu encosta abaixo. Porém, havia um gigante escondido por lá também. Gilles, Dyuss e Gerdrant acabaram em combate corporal com a grande criatura. Os demais continuram a fugir.

O paladino caiu diante do gigante das colinas e Dyuss fez o que pôde para ajudar, mas acabou fugindo, deixando Gilles frente a frente sozinho contra o inimigo mortal dos anões e de seu povo.

O gnomo conseguiu esconder-se debaixo do monstro e, usando uma corda, laçou suas pernas habilidosamente, para só então correr e fugir.

O gigante, contudo, teve tempo de lançar uma última pedra antes de cair no chão. O monstro não teve tempo de escolher o alvo, mas a pedra voou com perfeição para atingir o mago Miro, que foi esmagado sobre os quase 250 quilos de rocha maciça.

Não havia tempo para lamentar.

Dyuss pensou rápido e voltou para pegar o corpo de Gerdrant, que aparentava ainda estar vivo, apesar de seriamente ferido.

Os personagens agora continuam descendo a montanha até um vale, através do qual, segundo Gilles, poderão seguir a viagem com maior segurança.

Comentários

  1. É, os dois primeiros personagens dessa campanha morreram (nossos dois arcanos, por sinal)... Nas últimas campanhas o Mário demorou mais tempo para satisfazer o seu instinto assassino, rsrsrs....

    Agora, antes do Cacá vir me acusar de ter matado o seu personagem, devo esclarecer que o druida que lançou a constrição não foi o Camaban, mas o Arthurius. Porém, em defesa do Bogus, devo dizer que foi uma tentativa desesperada numa situação desesperadora; não havia muito o que pudéssemos fazer para salvar a Beatrice e ele tentou a única coisa que tinha a sua disposição para parar o imenso pássaro, mas o resultado definitivamente não foi o que ele pretendia...

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