31° Ato - O Legado de Sangue

Os persoangens recorreram à ajuda de Bêle e Dunnius, cartógrafo e matemático (respectivamente) apontados por Heikki para ajudá-los a determinar a localidade apontada pelo mapa decifrado.

Após o pagamento de módica quantia pela sua ajuda, os especialistas apontaram um local como sendo o provável destino do grupo: o meio da baía de elos. O grupo discutiu a informação, mas dada o fato de que o tempo estava se esvaindo, decidiram arriscar ir até o "meio" da baía. Para tanto, seria necessário alugar um navio, ou conseguir carona em um e isto custa dinheiro. Foi por esta razão que o grupo rumou de volta para Bedido, encontrando-se com o um debilitado Argenard para contar-lhe as novidades e conseguir algum dinheiro para financiar a viagem.

O velho homem, auxiliado por seu filho mais velho, Lion, irritou-se com a notícia, mas diante da imperiosidade dos fatos, providenciou uma carta de crédito para pagar pelas despesas da viagem.

Com isto, o grupo foi até Bet Urala, conseguindo comprar passagens para a viagem junto ao capitão da Mangiona, uma caravela que estava de partida para Bet Seder, no reino de Tokis. Com um desvio na rota, seria possível levar o grupo para lá. Então, todos partiram.

Durante a viagem os ventos quase acabaram, e o frio trouxe consigo uma forte neblina. Assim, a viagem que deveria durar apenas seis dias, durou oito. Mas a tripulação conseguiu avistar uma ilha, no meio daquela imensa baía, que corresponderia às espectativas dos aventureiros.

Por meio de botes a remo, o grupo alcançou a ilha, e logo dirigiram-se para uma torre localizada no seu ponto mais alto (avistada ainda do navio). No caminho, acidentado por demais, o grupo encontrou os restos de um tesouro perdido (certamente por algum aventureiro incauto): uma espada velha, alguns espelhos em molduras luxuosas e diversas jóias. Todos aqueles valiosos objetos (exceto pela espada) continham uma simbologia familiar. Galahad chegou a pensar que se tratava do símbolo sagrado de Dirasip, porém constatou que na verdade eram símbolos dedicados a Liganali, a Cintilante! Junto do material recolhido havia ainda um símbolo d'O Lorde das Tempestades!

O grupo seguiu até a construção e descobriu que ela não foi erguida sobre o solo, mas sim esculpida a partir da própria pedra! Tampouco se tratava de uma torre, como haviam pensado! Mas era, na verdade, um anfiteatro, na parede dos quais foram esculpidas diversas imagens em alusão, provavelmente, à Liganali. Havia um portão duplo de madeira muito bem trabalhada, que dava acesso ao interior do teatro (por debaixo das arquibancadas).

O que haverá por lá?!

Comentários

  1. meh...num deu pra ir dessa vez...T_T tava com problemas intestinais...bom...até daqui a uns meses...

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