As Profecias

Abaixo seguem as profecias encontradas pelos personagens. Cumpre ressaltar, antes de mais nada que a primeira delas é da autoria de Victor Caminha, mestre Greyhawker de longa data e dotado notável saber RPGístico, especialmente no cenário de campanha supracitado. Infelizmente não consegui contatá-lo pelo endereço de e-mail de que dispunha (datado dos tempos em que nos camunicavamos pelo finado ICQ) e por isso esta publicação segue sem sua autorização expressa. Todavia, se o autor se manifestar no sentido de que sua obra seja retirada do ar, o farei sem problemas. Ainda, vale lembrar que esta primeira profecia foi usada na campanha do próprio autor, entretanto, em minha campanha, com pequenas adaptações, estamos dando conotação diferente aos "mistérios" que ela esconde.

Bom, dados os créditos, segue a primeira profecia.

As raízes do futuro foram plantadas pelas mãos de mortais
e assim será tal colheita, por mais que almejem o contrário
ainda que nações apodreçam e outras tantas ressurjam do inverno
ainda que deuses emudeçam e seus seguidores chorem pelo silêncio
ainda que os corrompidos sejam aliados e os virtuosos, acorrentados.

Mas a base para tal desfecho fora lançada antes,
pela súplica do nêmesis de teu nêmesis,
ignorada pela terra distante,
aprovada pelo sol benevolente,
mas acautelada pela razão sapiente,
consentida pelo olho onisciente,
e pela tecelã indiferente
pois estes já sabiam de seu fracasso.
E ainda, a foice ergueu exultante,
o cavaleiro cavalgou jubilante,
pois com a queda do futuro rival
viria então o préstimo brutal
a ser pago pelo suplicante

Não esqueça; o passado é apenas lembrança deste augúrio.
Pois do grupo original, nada mais resta além de um murmúrio.
O deus ainda comanda o poder, mas perdeu sua chance,
o líder tornou-se deus, mas pendula com a loucura,
o artífice manteve a índole, mas tornou-se distante,
o espadachim manteve a maestria, mas a causa dirimiu,
o menestrel ainda compõe, mas a inspiração se extinguiu,
e teu amigo ainda busca ousado, mas é impedido de fato.
Entretanto, rejubile, pois ainda que a companhia não seja igualada
o destino agora não é mais obstáculo e a porta aguarda, destravada.

Nasceste do mesmo ventre que tua sina, frutos da fúria e da paixão
caminhará sem descanso enquanto três mães lutarão por tua atenção.
Sob o jugo de tua feitora lutará contra seu ditame,
és inimigo, aliado e servo doloroso de seu desejo infame,
montaria da velha amazona, perdure a causa e queda não consumada.
O retorno do Olho e da Foice ocorrerá, mas não da forma imaginada.

Conhece a aliada blasfema que forja nova trama
irada com sua prole, ela almeja cobiçosa.
Pela artimanha e trapaça, sua passagem foi negada,
pujante e impotente, alvo fácil da frustração à traição.
A maior das infiéis, de raça, mundo, carne e vida,
atente para sua derradeira, pois jaz a mais perigosa teia!

Antes da ira da justiça, teu motivo nasceu da vaidade,
que o gerou impaciente e o trocou pela queda ante o cadáver.
E ainda que mil mortes tenha teu pai jurado, ela persiste
e assim será até tua leva à treva ou tua vida pela morte dela.
Mas ao caminhar pelo gume afiado, ela te protege ainda.
Tema por sua loucura, mas lembre-se quem ela é.

Como tal evento existiria sem o outrora sábio-rei,
senhor e justiceiro de sua terra e ama, abandonando tudo
pela vingança e um basta; não mais Oerth gemeria.
Exilado de sua cabala, planejou por anos a grande queda
guiado pelo louco, ajudado pelo mais antigo aliado
nas sombras arcanas e pela prisão da disforme consorte
caída e cega na obra de seu amado, fez então o audaz ato!
Trema, pois sua hora chegará, e a tarefa inacabada findará!
Se não fosse pela couraça que a revestia, inabalável,
se não fosse pela descoberta precoce da suposta vítima,
se não fosse pelo abandono de seus conspiradores,
se não fosse pela derrocada de seu reino secreto,
não haveria tamanha luta celeste ou ira abissal.
Tudo que resta ao torturado é dor alojada e distante,
pois vive enquanto sua ignorância remanesce intocada
ainda que será desalojada pelas mãos gêmeas da ganância
e a preciosa lembrança usurpada pelo mais perigoso oponente,
enquanto o cativo é liberto por sua herança.

E no centro da teia jaz o odiado caçado e flagelador
que templos profanados tombou e soergueu em seu poder
e agora sente em carne e espírito a força de seu lema e credo
enquanto busca desesperado e manda seus olhos e punhos
cegos pela pouca ajuda bendita, mutilados pela abundante vilania.
Seguro com seu prêmio excluído de aliados, o déspota de novo encara
e a caça prossegue com nova presa, segura no mais blasfemo covil.
E com uma legião de escravos varrerá o continente por tua causa e morte
até que se cumpra sua vitória e tua morte ou perdição e esquecimento.
Receba a paga, maldito, pois foi decretada por mortais
e os deuses que tanto riste agora gargalham por tua elegia.
Ainda que o destino duvide, a iminência mordaz lhe espreita
atada por aliados divididos, instigada pelas vítimas oprimidas.

Não te esqueça dos lugares ermos e sombrios,
pois neles jaz tua segurança e salvação.
Mesmo quando for tão perto do inimigo
Mesmo quando rodeado pela danação.

Não te esqueça da benção aqui recebida
pois será teu refúgio quando chegar o desespero
e na mais cruel das guerras encontrará teu maior desejo
lutando contra os doze dedos que cerram sobre teu destino
antes que o filho blasfemo o devore por inteiro.

Não estranhe o eco da incerteza de teu passado,
mesmo quando águas tão cristalinas banhem teu semblante,
mesmo após contemplar o ícone do silêncio e a balança pender,
pois a terra o aguarda para então e só então a última sorte ser declarada.
Peregrinará para a tapeçaria do nada e sempre, retornando em desgosto
pela aliança assim forçada, ao encontro de teu maior inimigo e aliado.

Chegará a hora em que teu mundo hesitará assombrado,
pelo destino de tal fardo em pendência,
pela libertação do alvo filho frio enegrecido,
pela ascensão repentina do credo penitente,
pela troca de pele da serpente agora revelada,
pela batalha contra a traidora e o desnudo,
dos filhos resolutos e seu combate divino.
E das ruínas resistentes emergirá uma nova sombra,
espelho da antiga ordem, reflexo da nova chaga:
anarquia da total vitória ou tirania renovada da derrota.
A segunda profecia segue:

Dentro das terras que o Perverso não pode governar
Construída na fogueira da coroa da Serpente
Quando a paz reinar entre o norte e sul
Uma couraça sairá do gelo
Para fazer as raças mais fracas pagarem o preço
Por idolatrarem aqueles que prenderam seu amo.
A Dama forjará o poder de sua cria no fogo
E enquanto o pato furioso busca subjugá-lo
Em tempo virão entes de exação
Que possuem a chave para erradicar o poder da Serpente
E encontrar os meios de debelar o gelo da Perdição
Que verte sobre todos que se reúnem sob o Sol.
Não obstante eles possam ser destruídos antes de estarem prontos
O mais forte será o mais fraco no momento
Em que o gelo se perturbar
A Dama ora ofuscada, iludirá todos que vierem
Seus guardas protegem-na em mausoléu.
O mestre deles todos apenas aguarda sentado
Esperando não comungar o mesmo destino da Serpente.
Um pequeno que sonha apontará o caminho
Porque os Sonhos regem o reino da Serpente.

Comentários

  1. bom galera, como parte do grupo não está podendo participar das sessões eu vou por aqui as minhas ideias sobre a profecia assim todos mundo pode participar da coisa e dar ideias é claro.
    Deposi de ler e reler e rabiscar muito a folha q eu imprimi com a profecia eu acabei percebendo q alguns trexos das profecia não faziam sentido com o trexo seguinte,. Então eu comecei a separar os "versos" até a agora eu simplesmente intercalei os versos e acabei dividindo a profecia em 3 partes.
    Legenda:
    Profecia 1: (...)
    Profecia 2: [...]
    Profecia 3: <...>



    (As raízes do futuro foram plantadas pelas mãos de mortais
    e assim será tal colheita, por mais que almejem o contrário
    ainda que nações apodreçam e outras tantas ressurjam do inverno
    ainda que deuses emudeçam e seus seguidores chorem pelo silêncio
    ainda que os corrompidos sejam aliados e os virtuosos, acorrentados.)

    [ Mas a base para tal desfecho fora lançada antes,
    pela súplica do nêmesis de teu nêmesis,
    ignorada pela terra distante,
    aprovada pelo sol benevolente,
    mas acautelada pela razão sapiente,
    consentida pelo olho onisciente,
    e pela tecelã indiferente
    pois estes já sabiam de seu fracasso.]

    { E ainda, a foice ergueu exultante,
    o cavaleiro cavalgou jubilante,
    pois com a queda do futuro rival
    viria então o préstimo brutal
    a ser pago pelo suplicante }

    (Não esqueça; o passado é apenas lembrança deste augúrio.)

    [Pois do grupo original, nada mais resta além de um murmúrio.]

    {O deus ainda comanda o poder, mas perdeu sua chance,
    o líder tornou-se deus, mas pendula com a loucura,
    o artífice manteve a índole, mas tornou-se distante,
    o espadachim manteve a maestria, mas a causa dirimiu,
    o menestrel ainda compõe, mas a inspiração se extinguiu,
    e teu amigo ainda busca ousado, mas é impedido de fato.}

    (Entretanto, rejubile, pois ainda que a companhia não seja igualada
    o destino agora não é mais obstáculo e a porta aguarda, destravada.)

    [Nasceste do mesmo ventre que tua sina, frutos da fúria e da paixão
    caminhará sem descanso enquanto três mães lutarão por tua atenção.]

    {Sob o jugo de tua feitora lutará contra seu ditame,
    és inimigo, aliado e servo doloroso de seu desejo infame,
    montaria da velha amazona, perdure a causa e queda não consumada.}

    (O retorno do Olho e da Foice ocorrerá, mas não da forma imaginada.)

    [Conhece a aliada blasfema que forja nova trama
    irada com sua prole, ela almeja cobiçosa.]

    {Pela artimanha e trapaça, sua passagem foi negada,
    pujante e impotente, alvo fácil da frustração à traição.}

    (A maior das infiéis, de raça, mundo, carne e vida,
    atente para sua derradeira, pois jaz a mais perigosa teia!)

    [Antes da ira da justiça, teu motivo nasceu da vaidade,
    que o gerou impaciente e o trocou pela queda ante o cadáver.]

    {E ainda que mil mortes tenha teu pai jurado, ela persiste
    e assim será até tua leva à treva ou tua vida pela morte dela.}

    (Mas ao caminhar pelo gume afiado, ela te protege ainda.)

    [Tema por sua loucura, mas lembre-se quem ela é.]

    {Como tal evento existiria sem o outrora sábio-rei,
    senhor e justiceiro de sua terra e ama, abandonando tudo
    pela vingança e um basta; não mais Oerth gemeria.}

    (Exilado de sua cabala, planejou por anos a grande queda
    guiado pelo louco, ajudado pelo mais antigo aliado
    nas sombras arcanas e pela prisão da disforme consorte
    caída e cega na obra de seu amado, fez então o audaz ato!)

    [Trema, pois sua hora chegará, e a tarefa inacabada findará!]

    {Se não fosse pela couraça que a revestia, inabalável,
    se não fosse pela descoberta precoce da suposta vítima,
    se não fosse pelo abandono de seus conspiradores,
    se não fosse pela derrocada de seu reino secreto,
    não haveria tamanha luta celeste ou ira abissal.}

    (Tudo que resta ao torturado é dor alojada e distante,
    pois vive enquanto sua ignorância remanesce intocada
    ainda que será desalojada pelas mãos gêmeas da ganância
    e a preciosa lembrança usurpada pelo mais perigoso oponente,
    enquanto o cativo é liberto por sua herança.)

    [E no centro da teia jaz o odiado caçado e flagelador
    que templos profanados tombou e soergueu em seu poder
    e agora sente em carne e espírito a força de seu lema e credo
    enquanto busca desesperado e manda seus olhos e punhos
    cegos pela pouca ajuda bendita, mutilados pela abundante vilania.]

    {Seguro com seu prêmio excluído de aliados, o déspota de novo encara
    e a caça prossegue com nova presa, segura no mais blasfemo covil.}

    (E com uma legião de escravos varrerá o continente por tua causa e morte
    até que se cumpra sua vitória e tua morte ou perdição e esquecimento.)

    [Receba a paga, maldito, pois foi decretada por mortais
    e os deuses que tanto riste agora gargalham por tua elegia.]

    {Ainda que o destino duvide, a iminência mordaz lhe espreita
    atada por aliados divididos, instigada pelas vítimas oprimidas.}

    (Não te esqueça dos lugares ermos e sombrios,
    pois neles jaz tua segurança e salvação.)

    [Mesmo quando for tão perto do inimigo
    Mesmo quando rodeado pela danação.]

    {Não te esqueça da benção aqui recebida
    pois será teu refúgio quando chegar o desespero
    e na mais cruel das guerras encontrará teu maior desejo
    lutando contra os doze dedos que cerram sobre teu destino
    antes que o filho blasfemo o devore por inteiro.}

    (Não estranhe o eco da incerteza de teu passado,
    mesmo quando águas tão cristalinas banhem teu semblante,
    mesmo após contemplar o ícone do silêncio e a balança pender,
    pois a terra o aguarda para então e só então a última sorte ser declarada.)

    [Peregrinará para a tapeçaria do nada e sempre, retornando em desgosto
    pela aliança assim forçada, ao encontro de teu maior inimigo e aliado.]

    {Chegará a hora em que teu mundo hesitará assombrado,
    pelo destino de tal fardo em pendência,
    pela libertação do alvo filho frio enegrecido,
    pela ascensão repentina do credo penitente,
    pela troca de pele da serpente agora revelada,
    pela batalha contra a traidora e o desnudo,
    dos filhos resolutos e seu combate divino.}

    (E das ruínas resistentes emergirá uma nova sombra,
    espelho da antiga ordem, reflexo da nova chaga:
    anarquia da total vitória ou tirania renovada da derrota.)

    ficou assim....é agora os resultados pra ficar + facil de ler

    PROFECIA 1

    As raízes do futuro foram plantadas pelas mãos de mortais
    e assim será tal colheita, por mais que almejem o contrário
    ainda que nações apodreçam e outras tantas ressurjam do inverno
    ainda que deuses emudeçam e seus seguidores chorem pelo silêncio
    ainda que os corrompidos sejam aliados e os virtuosos, acorrentados.
    Não esqueça; o passado é apenas lembrança deste augúrio.

    Entretanto, rejubile, pois ainda que a companhia não seja igualada
    o destino agora não é mais obstáculo e a porta aguarda, destravada.
    O retorno do Olho e da Foice ocorrerá, mas não da forma imaginada.

    A maior das infiéis, de raça, mundo, carne e vida,
    atente para sua derradeira, pois jaz a mais perigosa teia!

    Mas ao caminhar pelo gume afiado, ela te protege ainda.

    Exilado de sua cabala, planejou por anos a grande queda
    guiado pelo louco, ajudado pelo mais antigo aliado
    nas sombras arcanas e pela prisão da disforme consorte
    caída e cega na obra de seu amado, fez então o audaz ato!

    Tudo que resta ao torturado é dor alojada e distante,
    pois vive enquanto sua ignorância remanesce intocada
    ainda que será desalojada pelas mãos gêmeas da ganância
    e a preciosa lembrança usurpada pelo mais perigoso oponente,
    enquanto o cativo é liberto por sua herança.

    E com uma legião de escravos varrerá o continente por tua causa e morte
    até que se cumpra sua vitória e tua morte ou perdição e esquecimento.
    Não te esqueça dos lugares ermos e sombrios,
    pois neles jaz tua segurança e salvação.

    Não estranhe o eco da incerteza de teu passado,
    mesmo quando águas tão cristalinas banhem teu semblante,
    mesmo após contemplar o ícone do silêncio e a balança pender,
    pois a terra o aguarda para então e só então a última sorte ser declarada.

    E das ruínas resistentes emergirá uma nova sombra,
    espelho da antiga ordem, reflexo da nova chaga:
    anarquia da total vitória ou tirania renovada da derrota.


    PROFECIA 2

    Mas a base para tal desfecho fora lançada antes,
    pela súplica do nêmesis de teu nêmesis,
    ignorada pela terra distante,
    aprovada pelo sol benevolente,
    mas acautelada pela razão sapiente,
    consentida pelo olho onisciente,
    e pela tecelã indiferente
    pois estes já sabiam de seu fracasso.

    Pois do grupo original, nada mais resta além de um murmúrio.

    Nasceste do mesmo ventre que tua sina, frutos da fúria e da paixão
    caminhará sem descanso enquanto três mães lutarão por tua atenção.

    Conhece a aliada blasfema que forja nova trama
    irada com sua prole, ela almeja cobiçosa.

    Antes da ira da justiça, teu motivo nasceu da vaidade,
    que o gerou impaciente e o trocou pela queda ante o cadáver.

    Tema por sua loucura, mas lembre-se quem ela é.

    Trema, pois sua hora chegará, e a tarefa inacabada findará!

    E no centro da teia jaz o odiado caçado e flagelador
    que templos profanados tombou e soergueu em seu poder
    e agora sente em carne e espírito a força de seu lema e credo
    enquanto busca desesperado e manda seus olhos e punhos
    cegos pela pouca ajuda bendita, mutilados pela abundante vilania.

    Receba a paga, maldito, pois foi decretada por mortais
    e os deuses que tanto riste agora gargalham por tua elegia.

    Mesmo quando for tão perto do inimigo
    Mesmo quando rodeado pela danação.

    Peregrinará para a tapeçaria do nada e sempre, retornando em desgosto
    pela aliança assim forçada, ao encontro de teu maior inimigo e aliado.


    PROFECIA 3

    E ainda, a foice ergueu exultante,
    o cavaleiro cavalgou jubilante,
    pois com a queda do futuro rival
    viria então o préstimo brutal
    a ser pago pelo suplicante

    O deus ainda comanda o poder, mas perdeu sua chance,
    o líder tornou-se deus, mas pendula com a loucura,
    o artífice manteve a índole, mas tornou-se distante,
    o espadachim manteve a maestria, mas a causa dirimiu,
    o menestrel ainda compõe, mas a inspiração se extinguiu,
    e teu amigo ainda busca ousado, mas é impedido de fato.

    Sob o jugo de tua feitora lutará contra seu ditame,
    és inimigo, aliado e servo doloroso de seu desejo infame,
    montaria da velha amazona, perdure a causa e queda não consumada.

    Pela artimanha e trapaça, sua passagem foi negada,
    pujante e impotente, alvo fácil da frustração à traição.

    E ainda que mil mortes tenha teu pai jurado, ela persiste
    e assim será até tua leva à treva ou tua vida pela morte dela.

    Como tal evento existiria sem o outrora sábio-rei,
    senhor e justiceiro de sua terra e ama, abandonando tudo
    pela vingança e um basta; não mais Oerth gemeria.

    Se não fosse pela couraça que a revestia, inabalável,
    se não fosse pela descoberta precoce da suposta vítima,
    se não fosse pelo abandono de seus conspiradores,
    se não fosse pela derrocada de seu reino secreto,
    não haveria tamanha luta celeste ou ira abissal.

    Seguro com seu prêmio excluído de aliados, o déspota de novo encara
    e a caça prossegue com nova presa, segura no mais blasfemo covil.

    Ainda que o destino duvide, a iminência mordaz lhe espreita
    atada por aliados divididos, instigada pelas vítimas oprimidas.

    Não te esqueça da benção aqui recebida
    pois será teu refúgio quando chegar o desespero
    e na mais cruel das guerras encontrará teu maior desejo
    lutando contra os doze dedos que cerram sobre teu destino

    antes que o filho blasfemo o devore por inteiro.

    Chegará a hora em que teu mundo hesitará assombrado,
    pelo destino de tal fardo em pendência,
    pela libertação do alvo filho frio enegrecido,
    pela ascensão repentina do credo penitente,
    pela troca de pele da serpente agora revelada,
    pela batalha contra a traidora e o desnudo,
    dos filhos resolutos e seu combate divino.

    Nota-se q se se vc ler as 3 profecias em sequencia elas fazem + sentido só não sei se isso se da pelo fato da propria profecia possuir uma rima própria ou se é pra fazer sentido dese jeito =P

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  2. Eu fiz o memso equema com a segunda profecia intercalei os versos então só vou por aqui o resultado acredito q depois de ler a grandona ai todo mundo entendeu o esquema.

    2ª profecia 1

    Dentro das terras que o Perverso não pode governar
    Uma couraça sairá do gelo
    A Dama forjará o poder de sua cria no fogo
    Que possuem a chave para erradicar o poder da Serpente
    Esperando não comungar o mesmo destino da Serpente.
    A Dama ora ofuscada, iludirá todos que vierem
    Não obstante eles possam ser destruídos antes de estarem prontos

    2ª profecia 2

    Construída na fogueira da coroa da Serpente
    Para fazer as raças mais fracas pagarem o preço
    E enquanto o pato furioso busca subjugá-lo
    E encontrar os meios de debelar o gelo da Perdição
    O mais forte será o mais fraco no momento
    Seus guardas protegem-na em mausoléu.
    Um pequeno que sonha apontará o caminho

    2ª profecia 3

    Quando a paz reinar entre o norte e sul
    Por idolatrarem aqueles que prenderam seu amo.
    Em tempo virão entes de exação
    Que verte sobre todos que se reúnem sob o Sol.
    Em que o gelo se perturbar
    O mestre deles todos apenas aguarda sentado
    Porque os Sonhos regem o reino da Serpente.

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